Blog do Roberto


03/03/2012


CAMPEÃO PERNAMBUCANO DO INTERIOR

 

Por ROBERTO VIEIRA

 

 

O campeonato pernambucano é municipal.

 

Só ganha quem nasceu em Recife.

 

Pior.

 

A participação das equipes do interior é recente.

 

O Central atuou em 1937 e foi embora.

 

Cansado do espírito corporativista da capital.

 

(Clube dos Treze de cá...)

 

Central que voltou nos anos 60.

 

Seguido pelo Centro Limoeirense.

 

Mas os times do interior existem.

 

Lutam contra tudo e contra si mesmos.

 

Além da falta de apoio de suas comunidades.

 

Então, pra dar uma força aos bravos clubes do agreste e sertão.

 

Quais deles teria sido o virtual ‘campeão do interior’desde aquele 1963?

 

Ano em que pelo menos dois clubes distantes do Recife disputaram o estadual?

 

Sempre considerando o maior número de pontos ganhos no geral,

 

Ou aquele que conseguiu chegar à decisão do campeonato e fez melhor campanha.

 

OK?

 

Eis a relação...

 

1963 – Central

 

1964 – Central

 

1977 – Central

 

1978 – Esporte Clube Caruaru

 

1979 - Central

 

1980 – Central

 

1981 – Central

 

1982 – Central

 

1983 – Central

 

1984 – Central

 

1985 – Central

 

1986 – Central ( foi 3º no estadual)

 

1987 – Paulistano

 

1988 – Central

 

1989 – Central

 

1990 – Central

 

1994 – Porto*

 

1995 – Ypiranga

 

1996 – Vitória

 

1997 – Porto

 

1998 – Porto

 

1999 – Vitória

 

2000 – Porto

 

2001 – Central

 

2002 – Central

 

2003 – AGA (chegou em 3º no estadual)

 

2004 – Itacuruba

 

2005 – Serrano

 

2006 – Ypiranga

 

2007 – Central

 

2008 – Central

 

2009 – Salgueiro

 

2010 – Cabense

 

2011 – Araripina (foi realizado torneio para determinar o campeão) 

 

 

NOTA DO BLOG - 1991.92,93 há dúvidas sobre a classificação...

 

Escrito por Roberto Vieira às 21h14
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FINAL - NÁUTICO 3 X 0 ARARIPINA

 

Futebol é fogo, bicho!

 

O primeiro gol foi de Siloé.

 

O segundo?

 

Gol do 'Bem Amado' Gustavo...

 

 

 

 

Estava pouco.

 

E  outro 'Bem Amado', o Dorielton.

 

Aos 14 minutos da etapa final.

 

Marca o terceiro.

 

Pena?

 

Gustavo fez pênalti e levou o terceiro amarelo.

 

Ailton bateu e... no travessão.

 

Neilson Santos* encerra a peleja sem sustos.

 

E o Timbu dorme na liderança.

 

Alguns alvirrubros nas sociais meio chateados:

 

"O time está uma baba!"

 

Mas nada de garrafas e xingamentos;

 

Hoje...

 

Todo mundo foi pra casa.

 

Bem Amado, bicho!

 

 

* Obrigado, Mestre Júlio!

Escrito por Roberto Vieira às 19h52
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O DIA EM QUE ZICO NÃO EXISTIU



Por ROBERTO VIEIRA

 

 

 

3 de março de 1953 nunca existiu

 

Tudo sonho

 

Sonho chamado futebol.

 

 

Seu Antunes não existiu

 

Tudo invenção portuguesa

 

Com certeza

 

Nando nunca jogou no Ceará

 

Nem foi perseguido por coturnos e gorilas

 

Edu jamais fez gol de letra

 

Antunes nunca brincou de pipa em Quintino

 

Zico então,

 

Nunca existiu esse menino.

 

Como nunca existiu o Flamengo campeão.

 

Toda essa história é mistério profundo

 

Coisa do sobrenatural

 

Não me leve a mal

 

Porém Adílio, Andrade e Tita foram vendidos ao Coritiba

 

Raul encerrou a carreira no Atlético Mineiro

 

Leandro tornou-se campeão de futivôlei

 

Júnior retornou a João Pessoa

 

Júnior nunca recebeu passe açucarado contra Fillol

 

Nem o Doutor

 

Milhões de brasileiros podem dormir felizes

 

- o Brasil não perdeu da Itália em 1982.

 

Foi desclassificado pelos russos depois do frango do Valdir.

 

A França não ganhou da gente nos pênaltis em 1986

 

- Platini acabou nossa festa nos noventa minutos.

 

Zico é mais uma destas lendas cariocas

 

Como Cristo Redentor

 

Como fenícios na pedra da Gávea

 

Como a rua Nascimento e Silva, 107.

 

O River Tênis Clube existiu é verdade

 

A rua Lucinda Barbosa, também

 

Bria, idem

 

Bria barrando moleques nos treinos.

 

Mas ninguém

 

- eu disse ninguém

 

- jamais ouviu falar de faltas no ângulo sem piedade

 

Equações abstratas perfeitas

 

do moço loiro de camisa vermelha e preta.

 

Não existindo Antunes

 

Nem Nandos, nem Edus, nem Arthur

 

Ficam felizes os idiotas da objetividade

 

O Flamengo do século XXI

 

As patrícias

 

Os maurícios

 

Os que brincam de reescrever a realidade

 

Chutando no balde da história o símbolo da própria história.

 

 

Resta apenas a realidade

 

Realidade tão bela e simétrica

 

Perfeita e singela

 

Que de tão verdadeira

 

Parece nos iludir por uma vida inteira.

 

Zico nunca existiu.

 

 

Feliz aniversário, Zico!

 

 

Que você e seu futebol volte ao lar original

 

Guri empatando o jogo contra o Botafogo

 

Diante de cento e cinqüenta mil pessoas no maior do mundo

 

Todas sonhando

 

Esfregando os olhos

 

Beliscando os braços

 

Pois sonho é a matéria prima do craque genial...

 

 

 

Escrito por Roberto Vieira às 00h31
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02/03/2012


QUAL O JOGO?

Escrito por Roberto Vieira às 23h54
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NÁNDOR HIDEGKUTI, 90

   Por ROBERTO VIEIRA

 

 

Os centroavantes eram centerforwards.

 

Simples assim.

 

Nada de Tostão.

 

Pivôs que se debatiam ante a zaga adversária.

 

Eram.

 

O inglês Harry Johnstone entrou em Wembley com esta certeza.

 

1953.

 

Mas cadê o centroavante?

 

O centerforward tinha ido passear.

 

Quer dizer que o centroavante não marcava gols?

 

Naquele dia, o centroavante recuado meteu três gols na Inglaterra.

 

Johnstone jamais esqueceria aquele nome:

 

Nándor Hidegkuti.

 

Alma e novidade do MTK.

 

Única equipe húngara a encarar o Honved de Puskas.

 

 

 

 

Também.

 

Além de Hidegkuti,

 

o MTK era o time da Polícia Secreta.

 

Como não existe veneno sem antídoto.

 

1954.

 

Sepp Herberger chama o jovem Horst Eckel para uma conversa:

 

"Onde ele for você vai..."

 

O garoto de 22 anos anulou o mestre magiar.

 

Mais ou menos como fez Vogts com Cruyjff

 

20 anos depois.

 

 

 

 

Figura politicamente controversa.

 

Aderiu aos russos.

 

Técnico revolucionário.

 

Introduziu o 5-3-2 no futebol.

 

Hidegkuti era o cérebro de uma seleção imortal.

 

O neurônio que libertava Puskas e Kocsis.

 

Depois dele,

 

os centroavantes descobriram o restante do gramado.

 

Flutuando no espaço sideral.

 

Quer dizer.

 

Os centroavantes que sabiam jogar bola.

 

Porque os velhos centerforwards.

 

Continuaram fazendo a cabeça de muita gente por aí. 

 

Imóveis.

 

Retilíneos.

 

Uniformes...

 

3 de março de 1922.

 

O dia em que nasceu Nándor Hidegkuti.

 

Nome de estádio.

 

Sobrenome de  gênio do futebol.

 

 

 

 

 

NOTA DO BLOG - Com os ingleses são muito cara de pau, muitos deles que atribuem essa inovação ao britânico Don Revie, atacante do Manchester City e antigo técnico da Inglaterra. Revie que foi orientado a jogar assim pelo treinador Les McDowall, um dos espectadores daquele histório Hungria 6x3 Inglaterra de Wembley em 1953... 

Escrito por Roberto Vieira às 23h42
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E O PORTO ENGOLIU O BENFICA!

 

Há 3 rodadas

 

o Benfica já era campeão português.

 

Aí perdeu uma.

 

Empatou outra.

 

Foi para o clássico de hoje no Estádio da Luz.

 

Empatado em pontos com o Porto.

 

Hulk abriu o marcador.

 

Cardozo empatou.

 

O Benfica virou.

 

Até que James, o colombiano entrou.

 

Empatou tudo de novo.

 

E faltando 3 minutos virou: 3x2 para o Porto.

 

Pois é.

 

Sexta feira de cinzas em Lisboa.

 

Sábado de ressaca no Porto.

Escrito por Roberto Vieira às 20h39
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COLUNA DO MANUEL - HOJE : BENFICA X PORTO

 

Por MANUEL OLIVEIRA        

 

 


 

 

Campeonato português - 20ª rodada

Resultados:

24-02 Marítimo 1-0 UD Leiria
25-02 Académica 0-0 Benfica
26-02 P. Ferreira 0-2 Nacional
26-02 Olhanense 0-0 Gil Vicente
26-02 Beira-Mar 2-3 V. Setúbal
26-02 Sporting 1-0 Rio Ave
26-02 FC Porto 2-0 Feirense
27-02 SC Braga 4-0 V. Guimarães


Esta rodada era muito importante sobretudo para o Benfica, FC Porto e Sp. Braga por ser a última antes do grande clássico da 21ª rodada.
O Benfica foi o único que não venceu, apesar de tudo ter feito para isso, mas teve desacertado na finalização e ainda encontrou um juíz que não quis ver pênaltis contra a Académica. E assim Benfica e Porto chegaram empatados ao clássico!
Além do empate do Benfica, foi surpresa a vitória do V. Setúbal em Aveiro e do Nacional em Paços de Ferreira.

Depois desta rodada, a tabela ficou assim, 1º FC Porto e Benfica com 49 pontos, 3º Sp. Braga com 46, 4º Marítimo e Sporting com 38 e V. Guimarães com 29.

Na artilharia, Cardozo (Benfica) com 14 gols, foi ultrapassado por Lima (Braga) que agora tem 15.

E hoje (2 de Março) joga-se o escaldante Benfica-FC Porto, no estádio da Luz em Lisboa, pelas 20,15 horas (17,15 de Recife) e creio que passará na Sportv brasileira.

 

 

NOTA DO BLOG - Primeiro tempo fantástico. Golaço de Hulk e golaço de Cardozo (foto acima): 1x1. O Estádio da Luz? Uma loucura!!!!

 

Escrito por Roberto Vieira às 17h46
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LENDAS ALVIRRUBRAS - 34. DOUTORZINHO

  Mestre Doutorzinho

 

 

João Batista do Nascimento nasceu em Gravatá.

 

No dia 24 de junho de 1909.

 

Um mês antes do primeiro Clássico dos Clássicos.

 

Jogou sua bolinha na serra.

 

Mas ficou famoso por outras habilidades.

 

Bicampeão pernambucano com o Santa Cruz em 46/47.

 

Doutorzinho curava as dores de Palito e Elói de Paula.

 

Milagrosamente.

 

Massagista de primeira.

 

Eládio decidiu montar um esquadrão em 49.

 

Lá se foi Doutorzinho, este o apelido de João Batista,

 

para preparar o timaço dos Aflitos.

 

Resultado?

 

Doutorzinho tricampeão em Rosa e Silva.

 

1950/51/52.

 

Tristeza?

 

Doutorzinho não viajou com o Náutico pra Europa.

 

Pena.

 

Suíça?

 

Só a brasileira.

 

Resta saber quem se virou com as massagens no Velho Mundo...

 

Escrito por Roberto Vieira às 17h33
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MEMÓRIA DO BLOG

 

 

Família Oliveira + Houldine

Escrito por Roberto Vieira às 14h28
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O TIMÃO DE PELÉ

 

 

2 de março de 2002.

 

Pelé e o Timão quebram um tabu.

 

Começam a discutir com a HMTF,

 

firma americana que cuidava do marketing corintiano.

 

A ideia de Pelé como embaixador do Timão.

 

Não se sabe porque.

 

Naufragou...

 

Sorte do Rei.

 

O Santos estava por baixo.

 

Mas alguns meses depois.

 

Ressuscitou com Leão, Robinho e Diego.

Escrito por Roberto Vieira às 05h36
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01/03/2012


BLOTERIA Nº 13

 

Aviso!

 

Esta rodada não terá zebras!

 

 

1. Náutico x Araripina

2. Santa Cruz x Serra Talhada

3. Porto x Central

4. Belo Jardim x Ypiranga

5. Salgueiro x América

6. Petrolina x Sport

7. Treze x Botafogo-PB 

 

 

Escrito por Roberto Vieira às 22h09
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QUANTO VALE UM TORCEDOR?

 

No reino da economia.

 

A paixão se mede em cifrões.

 

Quer o cara goste ou não.

 

A Pluri Consultoria realizou um levantamento curioso.

 

Levantamento que rendeu matéria no Estadão.

 

Sendo reproduzida no Blog do Mestre Cassio Zirpoli.

 

Pelos resultados.

 

O Sport soma 2,2 milhões de torcedores.

 

O Náutico?

 

800 mil.

 

Mas o poder de compra dos alvirrubros sendo maior.

 

Iguala o poder de compra dos rubro negros.

 

Antes de sair comemorando.

 

Nossos clubes e nosso estado.

 

Levam um banho dos clubes do Paraná e Goiás.

 

Antes de chorar?

 

A gente dá um chocolate nos baianos...

 

 

 

Escrito por Roberto Vieira às 21h52
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RAMIREZ É DO TIMBU...

 

  Ramirez assina

 

 

Até 2013.

 

Com 70% dos direitos federativos alvirrubros...

Escrito por Roberto Vieira às 21h12
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LENDAS ALVIRRUBRAS - 33. O REI ARTHUR

 

 

 

Fernando ganhava os aplausos.

 

Os gritinhos das meninas.

 

Arthur ganhava os jogos.

 

Bola de pé em pé.

 

Passes precisos.

 

O cérebro do Náutico nos anos 30.

 

O menino que maravilhou o Fluminense do Rio em 1936:

 

"Fica, Arthur!"

 

Arthur que iria fazer tabelinha com Romeu Pelicciari.

 

Mas Arthur não ficou no Rio.

 

Fernando Costa que ocupou seu lugar no alvirrubro nem pôde sonhar.

 

Arthur foi, viu, venceu e voltou.

 

O profissionalismo da Cidade Maravilhosa.

 

Não tinha as cores alvirrubras no peito.

 

Arthur voltou para marcar gols: 55 no total.

 

Sonhou ser campeão em 1939.

 

Mas de repente sentiu-se cansado.

 

Fernando perguntava:

 

"Zezé, o que está acontecendo com Arthur?"

 

O corpo não acompanhava o pensamento.

 

A torcida acompanha em silencio.

 

Arthur pede aos companheiros:

 

"Quero vestir a camisa uma última vez..."

 

1941.

 

Torneio Início.

 

O Sport é a bola da vez.

 

Apenas Arthur e Fernando da velha família.

 

O Sport pressiona.

 

A bola sai dos pés de Pedro para Celso.

 

Bola que procura Arthur no gramado.

 

Quando ela chega.

 

O último ato.

 

O toque longo no meio da defensiva rubro negra.

 

Wilson toca de leve e a bola beija as redes da Ilha do Retiro.

 

Gol do Náutico.

 

Náutico que vence o Sport por 1x0.

 

Arthur está cansado.

 

A chuva começa a cair numa canção de adeus.

 

O craque se despede dos campos.

 

Fernando ganhava os aplausos.

 

Os gritinhos das meninas.

 

Arthur ganhava os jogos.

 

Escrito por Roberto Vieira às 20h43
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29/02/2012


LULA, 90


 

Por ROBERTO VIEIRA

 

 

            

 

 

 

Ele foi o maior técnico do futebol brasileiro.

 

Esqueçam Telê. Esqueçam Brandão.

 

Esqueçam Feola. Esqueçam Parreira.

 

Nem mesmo Zagalo e Flávio Costa.

 

Luís Alonso Pérez nasceu no dia 1º de março de 1922.

 

Pouco depois da Semana de Arte Moderna.

 

Pouco antes dos 18 do Forte.

 

No ano em que o Brasil ganhou a segunda Copa América.

 

Na bola e no tapa.

 

Com Neco e Friedenreich.

 

Pouca gente lembra do Luís Alonso.

 

Pouca gente recorda do Lula.

 

Tudo por causa do bigode simplório.

 

Tudo por causa dos seus comandados.

 

Era um tal de Pelé, de Coutinho, Pepe, Edu, Clodoaldo.

 

O Santos parecia não ter técnico.

 

Bastava vestir a camisa branca e levantar o caneco.

 

Nada de esquema tático.

 

Como explicar futebol pra Mengálvio?

 

Como ensinar Dorval a driblar?

 

Como pedir liderança ao Zito?

 

Melhor era descobrir as pedras preciosas na base.

 

Os meninos da Vila.

 

Melhor era entender que o técnico quando não complica.

 

Já está bom demais.

 

Melhor era lembrar dos tempos na padaria.

 

Melhor ainda era escalar um Pagão.

 

Quando Lula ganhou o primeiro Paulistão em 1955.

 

A imprensa debochou do espanhol.

 

Quando foi bicampeão em 1956? Sorte e Jair.

 

A partir de 1958 tudo girava em torno de Pelé.

 

O bicampeonato mundial em cima do Milan?

 

Chuva, Almir e Maracanã.

 

O penta na Taça Brasil? O Robertão?

 

Responderam fechando as portas da Vila Belmiro.

 

Lula estava se tornando insuportável.

 

Aí, coração magoado.

 

Amargurado com o clube pelo qual se apaixonara.

 

Lula vestiu-se de mosqueteiro.

 

Chamou Paulo Borges e Rivelino:

 

“Vão lá e arrebentem com eles!”

 

O velho Tabu foi por água abaixo.

 

O Santos virou um time comum.

 

E Lula foi dormir triste, sorumbático.

 

Porque o maior técnico da história do futebol brasileiro.

 

Pertenceu ao tempo em que os amores eram eternos.

 

Um tempo que não volta mais...

 

Escrito por Roberto Vieira às 22h52
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WALDEMAR BALANÇA; O SPORT SE SALVA; O SALGUEIRO ADOCICA

 

A zebra andou solta.

 

Conforme o Blog já avisava na Bloteria.

 

Charles Muniz, bicampeão estadual.

 

Deu nó em Waldemar.

 

América x Náutico é Clássico, minha gente!

 

O Sport meteu 2x0.

 

O Belo Jardim aprontou: 2x2.

 

Mas o Sport de Mazola fez das tripas, Leão.

 

Fechando o jogo em 3x2.

 

Ultrapassando o Náutico.

 

Salgueiro?

 

Adoçou a vida do Central de Acosta.

 

Central 2x0 Salgueiro.

 

Segundo as vozes das sociais alvirrubras.

 

Waldemar não verá a paixão de Cristo em Fazenda Nova...

 

 

NOTAS DO BLOG: 1. Quem deveria balançar era a diretoria de futebol alvirrubra 2. A diferença do Náutico e do Sport se chama... Marcelinho Paraíba, o qual segue firme para vencer o estadual 3. O Náutico não tem ninguém na equipe que chame a bola de 'você' 4. Peter, Airton e Everton estariam sendo muito úteis no estadual

Escrito por Roberto Vieira às 22h02
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GUSTAVO KRAUSE - O TRI SUPER E A TAÇA DA GRATIDÃO

 

... o texto retirado do Blog do Torcedor nos deixou emocionados. Em nome de todos, muito obrigado! 

 


 

Por Gustavo Krause*

 

 

           




Um time de três.


Único no mundo a ganhar campeonato.


Sem entrar em campo e sem jogar bola.


Com a cabeça e as mãos transformaram arte do futebol na arte da literatura.


Literatura que deu forma à preciosa história dos técnicos que por aqui passaram.


Escutaram a voz centenária de Nelson Rodrigues e enxergaram além da bola.


A escalação do time: Carlos Celso, Lucídio José de Oliveira e Roberto Vieira.


Esquema tático: inteligência total somando talentos específicos. 


O gol da vitória: o livro “REIS DO FUTEBOL EM PERNAMBUCO – TÉCNICOS”.


Um primor de responsabilidade e compromisso com o futebol: passado e futuro.


Leitura obrigatória das novas gerações para aprender e apreender.


Leitura obrigatória para as antigas gerações para emocionar e compreender.


Leitura obrigatória para todos os profissionais que lidam com o futebol.


Leitura obrigatória para os intelectuais de todos os matizes.


Sim, porque o futebol nasceu, branco, rico, eurocêntrico e capitalista.


No Brasil, foi execrado preconceituosamente, de um lado por ser um dos ópios do povo e, de outro, por ser um jogo que saiu dos salões grã-finos e passou a ser passatempo da ralé.


Palmas para Gilberto Freyre que, em 1938, viu, em artigo publicado no Diário de Pernambuco, o futebol mestiçamente poético de Leônidas da Silva que, mais tarde, encantaria o mundo.


Felizmente, hoje, o futebol é visto e estudado como uma metáfora da vida.


Carlos Celso, Lucídio e Roberto, há muito, vêm tratando o futebol com o coração de torcedor e cabeça de pensador.


Não anteciparei uma palavra sobre o conteúdo. Leiam, por favor, leiam!


Não abro mão, todavia, de escolher o meu personagem da saga histórica dos técnicos: Umberto Cabelli, visionário, pioneiro e tudo mais que for dito é pouco, inclusive, que sua história é a negação total dos idiotas da objetividade. Cabelli é exemplo e glória dos que pensam na frente. O Brasil precisa olhar para frente antes que seja tarde. No futebol e em muita coisa.


O trio merece uma taça: a taça da gratidão de todos os pernambucanos.


No meu caso, a gratidão especial pela emoção da saudade ao rever meu velho pai em momentos inesquecíveis do Náutico: a contratação de Gentil Cardoso e Duque.



*Gustavo Krause foi prefeito do Recife, Governador de Pernambuco e integra o Conselho Consultivo do Náutico

 

Escrito por Roberto Vieira às 19h37
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GILDA VOLTOU!

 

 

 

Por ROBERTO VIEIRA



Nunca houve um jogador como Gilda!


Gilda que retorna nas telas do cinema.


Na história do futebol brasileiro, ninguém mais cinematográfico que Heleno de Freitas. Pose de Rodolfo Valentino e apelido de Gilda. Heleno marcando gols em profusão com a classe de Fred Astaire em momentos de filme noir. Heleno, um delírio para qualquer grande roteirista de cinema, pela infância milionária, pela glória nos gramados e nos bailes grã-finos, pela decadência nas sarjetas de Copacabana e Lapa, pelo final melancólico em um sanatório de Barbacena.


Heleno nascido Kaká e falecendo Maravilha Negra.


É justamente este personagem mítico, digno de Scorcese ou Billy Wilder, o qual é desafiadoramente levado às telas pelo ator Rodrigo Santoro e pelo diretor José Henrique Fonseca. Para alegria do Armando Nogueira no infinito e dos fãs do futebol brasileiro da década de 40, o filme recebeu elogios em Toronto e Cartagena, além de afagos em revistas especializadas americanas.


Sem querer duvidar, e torcendo para estar redondamente errado, como uma bola de futebol, fica difícil ao leigo assinar embaixo dos elogios. O futebol jamais produziu clássicos do cinemas, sequer um bom filme. Nada de 'Touros Indomáveis', nada de 'O Homem que Mudou o Jogo'. Historicamente, apenas os filmes sobre Copas do Mundo produzidos pela FIFA entusiasmam o torcedor. Uma singela exceção sendo aberta ao 'Milagre de Berna' que emocionou os alemães ao redescobrir a importância da vitória dos comandados por Fritz Walter na Copa de 54, na Suíça.


O fato decorre das imensas dificuldades para a filmagem das partidas. O futebol é jogo tão dinâmico, torna quase impossível levar para a telona todas as nuances dos dribles, carrinhos e perus antológicos. Porém, mais do que isso, um outro fator inviabiliza a realização de grandes filmes sobre futebol. Os americanos, donos da requintada arte de recriar guerras e invasões com incrível realismo, não são atraídos pela ideia de encarar os noventa minutos de uma partida de futebol como noventa minutos do bom e velho cinema. Então, aparece um sem número de roteiros mal feitos, um sem número de filmes com orçamento reduzido, um sem número de faz de conta nas telas.


Independente do fato?


Gilda voltou!


Diriam os flamenguistas.


Heleno está de volta!


Bradaria Armando Nogueira.


Pelo menos durante os noventa minutos do Cinema Paradiso...

 

 

Escrito por Roberto Vieira às 11h00
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SELEÇÃO DOS BISSEXTOS


 

Por ROBERTO VIEIRA

 

      

 

 

 

No futebol, na música e na vida, sempre tem bissexto. Aquele dia ou aquele cara que aparece do nada e depois desaparece pro lugar de onde veio. Um dia ou cara que só tem sentido na memória quando se olha a folha do calendário ou os livros de história. Porque é difícil encontrar quem nasceu num dia bissexto, como o cartunista e bancário Jaguar – imagine um cartunista ferino como Jaguar trabalhando num banco. Tinha que nascer mesmo no 29 de fevereiro e escrever num Pasquim.

 

Mas se na música, bissexto é o indivíduo de um sucesso apenas, aquele malandro que batalhou anos a fio por três minutos de fama dançando a Macarena, qual seria a seleção dos bissextos da bola no pé? Quais seriam os heróis ou anti-heróis de um jogo só? Sim, pois o que vale é quinze minutos de fama, a manchete singular.

 

Bom, seleção cada um tem a sua, diria Mano Menezes, mas vale a pena lembrar alguns bissextos somente lembrados no calendário gregoriano do futebol.

 

No gol, o saudoso Flávio Lima, arqueiro do Santos na decisão do Paulistão de 1978 contra o São Paulo. Flávio entrou em campo meio assustado, levou dois gols, foi campeão mesmo com a derrota na final e depois se aposentou do clube praiano.

 

Na lateral direita, o veloz Luiz Edmundo Lucas Correia, o popular Cocada que entrou, viu e decidiu um título carioca para o Vasco da Gama. Depois, sumiu. Na zaga, Liam Bridcutt, atleta do Brighton, autor de três gols contra sua equipe na FA Cup, um verdadeiro fenômeno de artilharia, atuando ao lado de Paolino, zagueiro argentino do Flamengo nos anos 70. Paolino contratado por uma fortuna para curtir o verão de Copacabana.

 

Na lateral esquerda? Deslocados para a função? Podem escolher entre o cometa Josimar e o eletrizante Zé Carlos, com passagens meteóricas pelos campos de futebol. Josimar que ainda viveu dois dias bissextos; Zé Carlos desaparecendo diante da Holanda quando todos apostavam que brilharia intensamente.

 

O meio campo começa com Zé Eduardo, volante do Botafogo-PB que bateu o Flamengo em pleno Maracanã. Zé Eduardo balançando as redes de Raul Plassman para espanto do Mário Filho. Ao seu lado, dois egressos da seleção olímpica do Brasil de 1972: Washington e Manoel. Ambos barbarizaram durante um tempo e depois foram sumindo no mundo da bola.

 

O ataque vale a pena lembrar: Chico Explosão, Revetría e Ziquita. Os três jogaram bem mais que um ano bissexto, mas sempre são lembrados pelos momentos singulares de suas carreiras. Chico explodindo a Máquina do Fluminense na noite pernambucana, Revetría que vive nos pesadelos do Galo mineiro até hoje e Ziquita marcando quatro gols em quinze minutos contra o velho Colorado. Todos salvadores da pátria relegados ao ostracismo do dia a dia. Todos reverenciados como semideuses no 1º de março.

 

Pois é. Talvez seja essa a explicação. Os bissextos na realidade são semideuses do futebol. Santos milagreiros chegando pra mudar a história de jogos inesquecíveis, tornar memoráveis jogos esquecíveis, ou apenas para vender os jornais de cada dia.

 

E depois sumir. Como no filme ‘E o vento levou... ’

 

Filme que recebeu um monte de estatuetas do Oscar.

 

Justamente em um dia bissexto.  

 

Escrito por Roberto Vieira às 02h25
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28/02/2012


O TIMAÇO DA BÓSNIA E O TIMINHO DO MANO

 

Nos últimos 15 anos.

 

A Bósnia subiu 80 posições no ranking da FIFA.

 

Hoje está pouco atrás da Suécia.

 

E na frente da Irlanda.

 

Mesmo assim.

 

Levou uma sapecada de 6x2 de Portugal.

 

Na repescagem da Eurocopa.

 

Bom mesmo na Bósnia?

 

Lembro apenas do excepcional Bajevic.     

 

Artilheiro da Minicopa 1972.

 

Fera.

 

Pois bem.

 

O time de Mano está tão ruim.

 

Tão mal escalado.

 

Que se Bajevic estivesse em campo hoje.

 

Metia umas três da rede

 

do agora frangueiro Júlio César.

 

Como não estava.

 

A Av. David Luiz dormirá em paz.

 

Imaginando-se Gamarra.

 

Time com Elias, Sandro e Fernandinho.

 

É piada até na Herzegovina, bicho!

 

Quer dizer...

 

Piada na Herzegovina é gol contra aos 45 do segundo tempo.

 

Com vitória brasileira.

 

Jonas?

 

Jogou 22 segundos, bicho!

 

Pra incrementar o currículo dos empresários.

 

NOTA DO BLOG - E quando Kaká e Robinho viram tábua da salvação... a coisa tá preta! 

Escrito por Roberto Vieira às 17h56
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A BOMBONERA TRICOLOR!

 

 

O querido 'tio' Marcos Bulhões.

 

Transforma La Bombonera.

 

Em território tricolor!!!!

Escrito por Roberto Vieira às 14h30
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AFLITOS E ARENA DECLAMADO POR ANDRÉ CAMPOS

 

 

 

Ainda não tinha assistido.

 

Aflitos e Arena declamado na cerimônia do Campo das Princesas.

 

E como alvirrubro.

 

Confesso que não posso imaginar honra maior...

 

 

'AFLITOS E ARENA'


Por ROBERTO VIEIRA

 




É chegada a hora.


Durante oitenta e poucos anos.


Aflitos e Náutico andaram juntos.


Na alegria e na tristeza.


Na aristocracia e na dureza.


Na primeira, segunda e terceira.


Nos Bitas e nos Piratas.


Nos Nados e nos Pintados.


Nos Coles e nos Labordes.


Para o bem e para o mal.


Os Aflitos assistiram conflitos.


Com o Cruzeiro de Tostão.


Com o Bahia no Robertão.


Com o Botafogo no Brasileirão.


Os Aflitos conheceram Eládio, Deus e Josemir.


Aflitos de Sebastião Orlando.


Aflitos de Porfírios e Campos.


De Josés.


Milhares de Josés, Andrés, Lucídios e Celsos.


Milhares de alvirrubros apaixonados.


Falar dos Aflitos é falar do Clube Náutico Capibaribe.


Falar dos Aflitos é como falar da primeira namorada.


Do primeiro grande amor.


Daquele beijo na saída do cinema.


Mãos dadas.


Falar de sentimentos puros e inocentes.


Como só mesmo o amor adolescente.


De repente.


Os Aflitos ficaram pequenos diante da modernidade.


Os meninos de Rosa e Silva precisam sair de casa.


Voltar a descobrir o mundo lá fora.


Um mundo de superlativos relativos e absolutos.


Um mundo de arenas e virtualidades.


Um mundo bem diverso do Recife dos anos 30.


O coração não quer ir embora.


O coração olha pros lados.


Segura o verbo.


Derrama a lágrima silenciosa.


O coração tem razões incoerentes com o marketing.


Poder.


Grana.


Altas rodas.


O coração curte a cervejinha no Americano.


A paz de antigos carnavais vermelhos e brancos.


Nunca mais.


Está chegando o momento do nunca mais.


O momento de dizer adeus ao velho território.


Qual naves portuguesas diante das Rocas.


Diante do Tejo.


Diante do rio de nossa aldeia.


Os Aflitos assistem a tudo calados.


Imunes ao tempo e ao espaço secular.


Os Aflitos são sábios.


Terra de ferozes combates.


Espingardinhas.


Rifles.


Orlandos e Humbertos.


Monstrinhos e Mendonças.


Os Aflitos sabem que nada é eterno neste mundo material.


Imortais?


Apenas as lembranças dos garotos que sonhavam com bolas nas redes.


Garotos que viam o mundo pelos pés de Baiano.


Garotos que nem sabiam falar direito


e gritavam KUKI!


Garotos que carregarão os Aflitos no lugar mais sagrado do mundo.


Lugar da saudade.


Ternura e paixão.


Um lugar chamado carinhosamente de coração.


E no coração alvirrubro.


Os Aflitos são imensos.


Pirâmide.


Monumentos.


Jardins suspensos.


Singulares arenas da imaginação.


É chegada a hora de dizer adeus.


De descobrir novas terras.


Novos mares.


De ser grande como nosso amor pelos Aflitos.

 

Escrito por Roberto Vieira às 14h15
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BLOTERIA Nº 12

 

Boa sorte!!

 

1. América x Náutico (olha a zebra aqui, gente!)

2. Serra Talhada x Petrolina

3. Araripina x Porto

4. Central x Salgueiro

5. Sport x Belo Jardim (olha a zebra aí, gente!)

6. Ypiranga x Santa Cruz

Escrito por Roberto Vieira às 13h10
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27/02/2012


ZOFF, 70


Por ROBERTO VIEIRA           

 

 

Oscar sobe e cabeceia no canto.

 

Gol do Brasil!

 

Guerra.

 

A Velha Bota.

 

As promessas do Duce.

 

Mario e Ana esqueceram por um momento da guerra.

 

Dino chegou naquela fria manhã de 28 fevereiro de 1942.

 

A pequena cidade de Mariano del Friulli faz festa.

 

Crianças em uma cidade com mil habitantes sempre são motivo de festa.

 

O velho goleiro calça as luvas.

 

Sócrates e Zico.

 

Falcão.

 

Guerra.  

 

A Velha Bota não acredita no velho goleiro.

 

Zoff está acabado.

 

O cinema e a primeira namorada.

 

De repente, o pesadelo.

 

Todos os gols da Fiorentina contra a Udinese.

 

A estréia de Zoff na Série A.

 

A namorada dá uma risada.

 

Zoff fecha a cara e afunda na cadeira.

 

Zico se livra da marcação.

 

O Doutor entra e finge cruzar.

 

O chute sai seco. No canto.

 

Gol do Brasil.

 

Albertosi era um galã de cinema.

 

A Copa de 70 foi o banco de reservas.

 

Mas Zoff era jovem.

 

E foi melhor não pegar Pelé e Carlos Alberto pela frente.

 

Depois de 70?

 

Zoff passou anos sem tomar um gol na Azzurra.

 

E foi tomar logo um gol do Haiti.

 

Zoff passou a acreditar em vudu.

 

Paolo Rossi marcara mais um gol.

 

Falcão domina a pelota.

 

Não deixa ele chutar.

 

O petardo de esquerda vai no canto.

 

Zoff vê o sonho escapando mais uma vez.

 

“Já não basta o Nelinho!”

 

Zoff enxerga os olhos de Ana.

 

A mãe diz adeus na noite da pequena cidade.

 

Não existe guerra.

 

Não existe mais a criança.

 

Mario já não há.

 

Resta apenas Dino e a despedida sem glória.

 

O chute de Nelinho na memória.

 

Oscar sobe e cabeceia no canto.

 

Gol do Brasil!

 

Mas esperem, tifosi!

 

A bola está sobre a linha nas mãos de Zoff.

 

O capitão italiano salva a seleção.

 

Rossi é o herói.

 

Zoff ergue a taça na Espanha. Cervantes.

 

Sem Rocinante.

 

Sem Dulcinéia.

 

Um velho senhor da guerra.

 

Aos 40 anos de idade.

 

Zoff é a criança de Mariano del Friulli.

 

Zoff chega ao pequeno cemitério:

 

Mandi, Mama, Papa!

 

E deixa um pequeno embrulho no túmulo dos pais.

 

Um par de velhas e surradas luvas.

 

Luvas que venceram uma guerra...

Escrito por Roberto Vieira às 23h57
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CLASSIFICAÇÃO DA BLOTERIA

 

O jovem Guilherme Pires Filho.

 

Intuitivo, sagaz e pragmático.

 

Botou o papai no bolso

 

e a marmanjada também.

 

Quero ver quem alcança o guri!

 

 

CLASSIFICAÇÃO BLOTERIA



1. GUILHERME PIRES FILHO - 32


2. ANDRÉ GUSTAVO - 28


3. GUILHERME PIRES PAI E MANOEL JÚLIO - 27 


4. GUILHERME DIAS E NEWTON MORAIS  - 25


5. GEANDRE - 24


6. SÉRGIO GALVÃO, NEWTON PINHEIRO E SÉRGIO OLIVEIRA - 23


7. HAROLD - 22


8. ROBPE - 21


9. J. PIRES, DURVAL VALENÇA, CARLOS LEITE E JOAQUIM HERBENIO - 20


10. GILVANEWTON - 19  


11. OSVALDO SOARES E DANILO OTONI - 18


12. ANTONIO E GUSTAVO OLIVEIRA - 17


13. GLAUBER VASCONCELOS E LUCÍDIO JOSÉ DE OLIVEIRA - 15


14 BRENO LOBO - 14


15. RAFAEL ALVES - 12


16. WASHINGTON LUÍS - 10


17. ELVIMÁRIO ARAÚJO - 8


18. LUCIANO PAIVA - 7


19. JOSÉ CARRÉRAS - 2  

Escrito por Roberto Vieira às 21h50
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O ARQUIVO E O SONHO

 

 

Coordenador do Arquivo Público Jordão Emerenciano,

 

o Arquivo Público de Pernambuco.

 

Mestre Pedro Moura fala sobre seu sonho.

 

O novo prédio para a instituição.

Escrito por Roberto Vieira às 21h13
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MEUS VELHOS TEMPOS NO BARÇA...

 

 

Pra quem não lembra.

 

Estreei com Ronaldo Fenômeno.

 

Mas voltei logo.

 

Com saudade do frevo...

Escrito por Roberto Vieira às 20h01
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TORNEIO PHIILP MARLOWE

 

 

Qual o jogo?

Escrito por Roberto Vieira às 19h37
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AS TREVAS DE JACÓ

 

 

O fim de semana foi de leitura do 'Combate nas Trevas'.

 

Baiano, filho de judeus ucranianos.

 

Jacob Gorender narra passo a passo a Esquerda brasileira.

 

Trágica história de utopias e morte.

 

Frei Tito, Marighela, Lamarca, Gabeira.

 

Dilma Rousseff.

 

O que aconteceria com a Esquerda no Poder?

 

As mesmas trevas, caro Jacó...

 

O livro também revela em preto e branco

 

- parece coisa de alemão

 

- que Goulart e o PCB dariam o golpe em 64.

 

Sem querer,

 

Jacob dá razão ao 31 de março.

 

Mas a crueldade do livro e da época.

 

Surge na cooptação dos estudantes.

 

Cooptação programada e mentirosa.

 

Como os fascistas na década de 30.

 

Prometendo´o céu na terra para os adolescentes.

 

Adolescentes que acreditaram nas promessas.

 

E morreram nas cidades e nas selvas.

 

Jovens que deixaram suas guitarras e os Rolling Stones

 

pelo ratatata vermelho.

 

Jovens que trocaram os Beatles por Mao Tse Tung.

 

A utopia quando se luta pela democracia é bela.

 

É singular.

 

A utopia quando se luta por outra ditadura.

 

Uma ditadura do proletariado?

 

É sinônimo de trevas.

 

Trevas de Jacó e Médici.

 

Pobres jovens.

 

Em resumo.

 

Daria até para mudar o subtítulo do livro.

 

'da Luta Armada às Ilusões Perdidas'.

 

Escrito por Roberto Vieira às 19h26
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GILBERTO APITA O CLÁSSICO DA DISCIPLINA...

  Gilberto Freire.

 

Após escrever Casa Grande e Senzala.

 

Nova novela da Globo com Lucélia Santos.

 

Irá apitar América x Náutico na quarta feira.

Escrito por Roberto Vieira às 18h30
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ALCÂNTARA E ANTÁRTIDA: QUEM SÃO OS CULPADOS?

 

 

Agosto de 2003.

 

Explosão na Base de Alcantara, Maranhão.

 

21 mortos.

 

Quem foi o culpado?

 

Fevereiro de 2012.

 

Explosão na Base do Brasil na Antartica.

 

2 mortos.

 

Quem são os culpados?

 

 

Escrito por Roberto Vieira às 17h27
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TIRADENTES, UMA FARSA CRIADA POR LÍDERES DA INCONFIDÊNCIA MINEIRA


Por Guilhobel Aurélio Camargo   




Ele estava muito bem vivo, um ano depois, em Paris. O feriado de 21 de abril é fruto de uma história fabricada que criou Tiradentes como bode expiatório, que levaria a culpa pelo movimento da Inconfidência Mineira. Quem morreu no lugar dele foi um ladrão chamado Isidro Gouveia.


A mentira que criou o feriado de 21 de abril é:  Tiradentes foi sentenciado à morte e foi enforcado no dia 21 de abril de 1792, no Rio de Janeiro, no local chamado Campo da Lampadosa, que hoje é conhecido como a Praça Tiradentes. Com a Proclamação da República, precisava ser criada uma nova identidade nacional. Pensou-se em eternizar Marechal Deodoro, mas o escolhido foi Tiradentes. Ele era de Minas Gerais, estado que tinha na época a maior força republicana e era um polo comercial muito forte. Jogaram ao povo uma imagem de Tiradentes parecida com a de Cristo e era o que bastava: um ? Cristo da Multidão?. Transformaram-no em herói nacional cuja figura e história ?construída? agradava tanto à elite quanto ao povo.


A vida dele em poucas palavras: Tiradentes nasceu em 1746 na Fazenda do Pombal, entre São José e São João Del Rei (MG). Era filho de um pequeno fazendeiro. Ficou órfão de mãe aos nove anos e perdeu o pai aos 11. Não chegou a concluir o curso primário. Foi morar com seu padrinho, Sebastião Ferreira Dantas, um cirurgião que lhe deu ensinamentos de Medicina e Odontologia. Ainda jovem, ficou conhecido pela habilidade com que arrancava os dentes estragados das pessoas.

Daí veio o apelido de Tira-dentes. Em 1780, tornou-se um soldado e, um ano à frente, foi promovido a alferes. Nesta mesma época, envolveu-se na Inconfidência Mineira contra a Coroa portuguesa, que explorava o ouro encontrado em Minas Gerais. Tiradentes foi iniciado na maçonaria pelo poeta e juiz Cruz e Silva, amigo de vários inconfidentes. Tiradentes teria salvado a vida de Cruz e Silva, não se sabe em que circunstâncias.


Tiradentes, maçonaria e a Inconfidência Mineira: Como era um simples alferes (patente igual à de tenente), não lideraria coronéis, brigadeiros, padres e desembargadores, que eram os verdadeiros líderes do movimento. Semi-alfabetizado, é muito provável que nunca esteve plenamente a par dos planos e objetivos do movimento. Em todos os movimentos libertários acontecidos no Brasil, durante os  séculos XVIII e XIX, era comum o "dedo da maçonaria". E Tiradentes foi maçom, mas estava longe de acompanhar os maçons envolvidos na Inconfidência, porque esses eram cultos, e em sua grande parte, estudantes que haviam recentemente regressado "formados? da cidade de Coimbra, em Portugal. Uma das evidências documentais da participação da Maçonaria são as cartas de denúncia existentes nos autos da Devassa, informando que maçons estavam envolvidos nos conluios.


Os maçons brasileiros foram encorajados na tentativa de libertação, pela história dos Estados Unidos da América, onde saíram  vitoriosos - mesmo em luta desigual - os maçons norte-americanos George Washington, Benjamin Franklin e Thomas Jefferson. Também é possivel comprovar a participação da Maçonaria na Inconfidência Mineira, sob o pavilhão e o dístico maçônico do Libertas quae sera tamen, que adorna o triângulo perfeito, com este fragmento de Virgílio (Éclogas,I,27) Tiradentes era um dos poucos inconfidentes que não tinha família. Tinha apenas uma filha ilegítima e traçava planos para casar-se com a sobrinha de um padre chamado Rolim, por motivos econômicos. Ele era, então, de todo o grupo, aquele considerado como uma codorna no chão, o mais frágil dos inconfidentes. Sem família e sem dinheiro, querendo abocanhar as riquezas do padre. Era o de menor preparo cultural e poucos amigos. Portanto, a melhor escolha para desempenhar o papel de um bode expiatório que livraria da morte os verdadeiros chefes.


E foi assim que foi armada a traição, em 15 de março de 1789, com o Silvério dos Reis indo ao Palácio do governador e denunciando o Tiradentes. Ele foi preso no Rio de Janeiro, na Cadeia Velha, e seu julgamento prolongou-se por dois anos. Durante todo o processo, ele admitiu voluntariamente ser o líder do movimento, porque tinha a promessa que  livrariam a sua cabeça na hipótese de uma condenação por pena de morte. Em 21 de abril de 1792, com ajuda de companheiros da maçonaria, foi trocado por um ladrão, o carpinteiro Isidro Gouveia. O ladrão havia sido condenado à morte em 1790 e assumiu a identidade de Tiradentes, em troca de ajuda financeira à sua família, oferecida a ele pela maçonaria. Gouveia foi conduzido ao cadafalso e testemunhas que presenciaram a sua morte se diziam surpresas porque ele aparentava ter bem menos que seus 45 anos. No livro, de 1811, de autoria de Hipólito da Costa ("Narrativa da Perseguição") é documentada a diferença física de Tiradentes com o que foi executado em 21 de abril de 1792. O escritor Martim Francisco Ribeiro de Andrada III escreveu no livro "Contribuindo", de 1921: "Ninguém, por ocasião do suplício, lhe viu o rosto, e até hoje se discute se ele era feio ou bonito...".


O corpo do ladrão Gouveia foi esquartejado e os pedaços espalhados pela estrada até Vila Rica (MG), cidade onde o movimento se desenvolveu. A cabeça não foi encontrada, uma vez que sumiram com ela para não ser descoberta a farsa. Os demais inconfidentes foram condenados ao exílio ou absolvidos.


A descoberta da farsa: Há 41 anos (1969), o historiador carioca Marcos Correa estava em Lisboa quando viu fotocópias de uma lista de presença na galeria da Assembléia Nacional francesa de 1793. Correa pesquisava sobre José Bonifácio de Andrada e Silva e acabou encontrando a assinatura que era o objeto de suas pesquisas. Próximo à assinatura de José Bonifácio, também aparecia a de um certo Antônio Xavier da Silva. Correa era funcionário do Banco do Brasil, se formara em grafotécnica e, por um acaso do destino, havia estudado muito a assinatura de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes. Concluiu que as semelhanças eram impressionantes.


Tiradentes teria embarcado incógnito, com a ajuda dos irmãos maçons, na nau Golfinho, em agosto de 1792, com destino a Lisboa.

Junto com Tiradentes seguiu sua namorada, conhecida como Perpétua Mineira e os  filhos do ladrão morto Isidro Gouveia. Em uma carta que foi encontrada na Torre do Tombo, em Lisboa, existe a narração do autor, desembargador Simão Sardinha, na qual diz ter-se encontrado, na Rua do Ouro, em dezembro no ano de 1792, com alguém muito parecido com Tiradentes, a quem conhecera no Brasil, e que ao reconhecê-lo saiu correndo. Há relatos que 14 anos depois, em 1806, Tiradentes teria voltado ao Brasil quando abriu uma botica na casa da namorada Perpétua Mineira, na rua dos Latoeiros (hoje Gonçalves Dias) e que morreu em 1818. Em 1822, Tiradentes foi reconhecido como mártir da Inconfidência Mineira e, em 1865, proclamado Patrono Cívico da nação brasileira.

Escrito por Roberto Vieira às 16h48
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TORNEIO PHILIP MARLOWE - QUAL O TRIO?

 

E qual a equipe?

Escrito por Roberto Vieira às 14h48
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ENQUETE - ATÉ AGORA, QUAL A NOTA DA ATUAL GESTÃO ALVIRRUBRA?

 

De 1 a 10.

 

Curto e grosso.

 

Mas pode comentar...

Escrito por Roberto Vieira às 13h46
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QUEM É O CRAQUE?

Escrito por Roberto Vieira às 13h37
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ENQUETE - TORCIDA TIMBU X WALDEMAR LEMOS

 

Quem tem razão?

 

A torcida que vaia até minuto de silencio.

 

Ou o técnico que trabalha com o que tem nas mãos?

Escrito por Roberto Vieira às 07h07
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26/02/2012


FRASE DA RODADA - MARCELINHO PARAÍBA

 

'Eu não estou com uma cabeça boa para jogar...'


                     De Marcelinho para o técnico Mazola

Escrito por Roberto Vieira às 20h50
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TIMINHO EX MACHINA

 

 

           Por ROBERTO VIEIRA



Estava escrito desde o começo dos tempos.


Adão e Eva já sabiam.


Até a serpente já sabia.


Claro que não havia Tim e Romeu.


Mas Deco estava lá.


Peão que não erra passes durante meses.


Zé Mario não apareceu.


Deixou Diguinho na frente da zaga.


E Juninho Pernambucano não andou em campo.


Quando o Vasco chutou certeiro.


As traves imolaram São Castilho.


E Diego Cavalieri achou que era sorte.


A canhota de Rivelino não encontrou Alcir.


Didi se fez Thiago Neves na simplicidade do passe.


A multidão esfregou os olhos.


Não houve Sobrenatural do Almeida.


A vida é como ela é.


Flávio, Marinho, Doval e Valdo assinariam embaixo:


Fred.


Enquanto os tricolores se retiravam em festa.


O velho cronista de óculos e uveíte sorria encantado.


Não enxergava nada de nada das arquibancadas.


Nem precisava.


Tudo já estava escrito desde o começo dos tempos...

Escrito por Roberto Vieira às 18h00
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TIMBU ULTRAPASSA O LEÃO

 

Os três pontos alvirrubros foram importantíssimos.

 

O tropeço do Leão foi pra complicar a vida.

 

Porque.

 

Como diria um amigo meu.

 

Importante é terminar na frente no turno e returno.

 

Garantindo a definição em casa nas semifinais e finais.

 

Parece pouco.

 

Mas na guerra toda vantagem é preciosa.

 

O Central?

 

Completou 10 anos sem bater o Sport em Caruaru.

 

Freguesia que já já vira repente...

 

O América segue sua via crucis.

 

Em tempo:

 

Siloé meteu mais um...

Escrito por Roberto Vieira às 17h55
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TIMBU E PATATIVA NA FRENTE...

 

 

O Central mandou no jogo.

 

Perdeu pênalti.

 

E acabou achando o caminho do gol.

 

O Náutico abriu um, dois gols de vantagem.

 

E acabou tomando um gol.

 

De pênalti.

 

Tudo definido?

 

Que nada!

 

O futebol inventou os 90 minutos...

 

Escrito por Roberto Vieira às 16h48
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UTILIDADE PÚBLICA

Escrito por Roberto Vieira às 15h31
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SHOPPING DA BOLA - FURACÃO X PEIXE

Escrito por Roberto Vieira às 15h09
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SHOPPING DA BOLA - RAMON X NUNES

Escrito por Roberto Vieira às 14h58
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LUÍS ALBERTO BOLAÑOS LÉON

 

 

 

'Chucho' Bolaños nasceu no dia 27 de março de 1985.

 

Na velha San Francisco de Quito.

 

O menino que brincava nas ruas sabia tudo de bola.

 

Estraçalhava no Aucas e no Nacianal.

 

E a LDU contratou o jovem aos 12 anos.

 

Uma  temporada no Maracá de Ancato.

 

E a volta para a LDU.

 

A tempo de conquistar a Libertadores 2008.

 

Bolaños sonhou com o eldorado brasileiro.

 

Mas descobriu que Santos e Internacional fazem sua própria lei.

 

Volante ofensivo.

 

1,76m

 

Belas mulheres no currículo.

 

Uma final de Mundial Interclubes na memória.

 

Vale quanto pesa...

 

Escrito por Roberto Vieira às 08h50
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A HISTÓRIA DE UM GOL

 

 

14 de dezembro de 1972.

 

Duque treinava o Corinthians.

 

A segunda fase do Brasileirão era formada por 4 grupos de 4.

 

O surpreendente Ceará chega no Pacaembu.

 

Para enfrentar o Timão.

 

Ceará havia empatado com o Fluminense no Maracanã.

 

O Corinthians havia empatado com o Galo no Mineirão.

 

Um empate do Ceará.

 

Deixava os cearenses para decidir a vaga nas semifinais

 

em casa, diante do Galo.

 

Galo que derrota o Fluminense no Maracanã.

 

Em 28 partidas.

 

Esta foi a sexta derrota dos alencarinos.

 

Uma equipe que tinha o seguinte ataque:

 

NADO, Samuel Jorge da Costa e Da Costa.

 

Time que fazia a alegria do José Alberto Queirós.

 

O homem do Dragão Alvinegro...

 

- aí eu me pergunto, pra que gastar dinheiro a toa com medalhão...

 

Pois bem.

 

Eis o que aconteceu com o grande arqueiro Hélio.

 

Obra do velho Sicupira.

 

Aos 46 minutos do segundo tempo.

 

 

 

 

NOTA DO BLOG: Aliás, no Ceará deste jogo, atuaram dois hexacampeões pernambucanos: Nado e Mauro Calixto.

Escrito por Roberto Vieira às 08h25
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O SABUGY DO MESTRE RIGOBERTO - QUE VENHA CAICÓ!

 

 

O Sabugy Esporte Clube foi fundado no dia 3 de abril de 1923*.

 

Uma das mais antigas agremiações do futebol paraibano.

 

As fotos do timaço do Sabugy.

 

Fotos onde aparece o Mestre dos Mestres, Dr. Rigoberto.

 

(Mestre da bola, da vida e da FEB)

 

Fazem parte da memória do futebol brasileiro.

 

Ou melhor.

 

Fazem parte da memória brasileira.

 

Pois não se explica o Brasil sem falar de futebol...

 

Pois bem.

 

Vamos começar a mostrar um pouco dessa história.

 

Começando pela foto de Sabugy.

 

No dia que enfrentou Caicó...

 

 

* A wikipedia se refere ao Sabugy Futebol Clube fundado em 1947. 

Escrito por Roberto Vieira às 01h03
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25/02/2012


SEM MODERAÇÃO...


Por ROBERTO VIEIRA     

 

 

 

Muito se falou sobre alcoolismo.

 

O alcoolismo contratado pelo Náutico.

 

Pelo bem, ou pelo mal.

 

O álcool atrapalha.

 

Mas álcool e futebol são velhos companheiros de bar.

 

On the rocks.

 

Perna de pau com álcool continua perna de pau.

 

Mas o craque joga bem apesar do bafômetro.

 

Pra relaxar com uma geladinha.

 

Tratei de dar tratos a bola e deu pra escalar.

 

Uma equipe dos sonhos etílicos.

 

No gol, Veludo.

 

Fera das feras.

 

Na defesa?

 

Carlos Alberto, Domingos da Guia, Fausto e Marinho Chagas.

 

Sintam só que defesa!

 

No meio campo?

 

Best, Sócrates e Zizinho.

 

Médio volante, pra que?

 

E o ataque?

 

Vira brincadeira.

 

Com Garrincha, Müller e Canhoteiro.

 

Tim?

 

Ia de técnico e se alguém tivesse ressaca.

 

Ele entrava numa boa.

 

Cachaça só faz mal pro perna de pau.

 

Craque pode tomar todas.

 

Sem moderação...   

Escrito por Roberto Vieira às 00h53
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E O SALGUEIRO VENCE MAIS UMA...

 

Apenas 1x0.

 

Elvis.

 

O Salgueiro começa a carimbar uma semifinal decisiva no sertão.

 

Ou não.

 

Pois ainda pega o Trio de Ferro na capital.

 

Trio que já não é tão de ferro assim.

 

Mas que em casa conta com os beneplácitos do jurídico.

 

Ou não é bem assim?

Escrito por Roberto Vieira às 00h35
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O MASSACRE CORAL

 

Só no futebol.

 

Uma equipe vence por 2x1 num dia.

 

E pouco depois toma uma sapecada por 6x0.

 

O Santa Cruz de RENATINHO, Zé Teodoro!

 

Passou como quis pelos sertanejos.

 

Detalhe preocupante?

 

'Apenas' 10 mil tricolores em campo.

 

Sábado a noite?

 

Pós-carnaval?

 

Sei não.

 

Parece que a campanha tirou um pouco daquela paixão desenfreada.

 

Mas depois do 6x0.

 

Próximo jogo deve ser de casa cheia...

 

Quem viver? 

Escrito por Roberto Vieira às 00h32
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