Blog do Roberto


07/11/2009


O BAÚ DO DANILO OTONI: O GALO DE FRIED

 

                        

 

Artur Friedenreich foi o primeiro gênio do futebol brasileiro.

 

Pouca gente sabe.

 

Mesmo na torcida do Galo.

 

Mas Fried jogou pelo Atlético-MG.

 

O Danilo Otoni então chega pra lembrar:

 

Fried marcou dois gols.

 

Deu um passe para outro.

 

Deslumbrou os mineiros.

 

No dia 8 de novembro de 1933.

 

No Estádio Antonio Carlos, em Lourdes.

 

Aliás.

 

Estádio que foi palco do primeiro Galo x Flamengo em 1929.

 

O adversário de Fried em Minas.

 

Foi o poderoso Siderúrgica.

 

O Placar?

 

Galo 3 x 0.

 

Galo que formou com Gustavo no gol.

 

E o futuro ídolo Guará entrando no ataque.

 

Como curiosidade.

 

Três dias antes.

 

Friedenreich apitou a partida Atlético-MG 2 x 1 Retiro de Nova Lima.

 

Apitou como mestre.

 

Pois é.

 

Anos depois da despedida de Mário de Castro.

 

A torcida do Galo encontrava um atacante.

 

Que podia matar a saudade daquele moço alto.

 

Craque.

 

Doutor da bola.

 

Torcida que sonhava...

 

Como teria sido um time com Friedenreich e Mário de Castro?

Escrito por Roberto Vieira às 07h23
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SANTOS 3 X 1 NÁUTICO

 

De garfo em garfo.

 

A série B vai chegando.

 

Na Ilha.

 

A Raposa virou em cima do Leão.

 

Agora é torcer pelo Curitiba.

 

Ps: Será que ninguém do Náutico vai esbravejar contra a arbitragem ?

 

A barata pode ser rubro negra.

 

Mas o sangue parece que é alvirrubro.

Escrito por Roberto Vieira às 07h14
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O FUTEBOL DE DUARTE COELHO

 

       Por ROBERTO VIEIRA                                     

 

 

Duarte Coelho fechou o patrocínio.

 

Náutico, Sport, Santa Cruz e Central.

 

Receberiam uma pequena fortuna da Sugarbrás. 

 

Ypiranga, Santo Amaro, Íbis e América menos.

 

Mesmo assim era uma bolada.

 

Um presente da capitania por estarem todos na Série A.

 

Duarte Coelho olhou no mapa.

 

Dona Brites dormia.

 

Pernambuco era imenso.

 

Ia das terras da Paraíba até as Minas Gerais.

 

Tinha estaleiros.

 

Os navios de Pernambuco exportavam riquezas incalculáveis.

 

Riquezas que se pagavam nos estádios.

 

O Náutico era o campeão do Campeonato Brasileiro 2008.

 

Quando o Náutico não vencia.

 

Podia dar Sport ou Santa Cruz.

 

Até o Íbis beliscara uma Copa do Brasil.

 

Olhando a tabela de classificação.

 

São Vicente esperneava.

 

Palmeiras, São Paulo e Santos estavam pra cair.

 

O Corinthians se sustentava no saldo de gols.

 

Mas o Corinthians tinha um jogo de vida ou morte contra o Campinense.

 

E a torcida do Campinense sempre invadia o Pacaembu.

 

O Campinense se sentia em casa jogando em São Vicente.

 

A imprensa do sul falava em mudança de cotas.

 

O Clube dos 13 apenas com nordestinos, uma vergonha.

 

Metia o pau nas parabólicas.

 

Dizia que a sede da CBF deveria ser no Rio de Janeiro.

 

Mas a sede continuava na capital: Salvador.

 

E a Bahia não deixava por menos nas mãos de Francisco Pereira Coutinho.

 

O Bahia, o Galícia e o Vitória ganharam a Libertadores.  

 

Bahia que teve em Pelé seu ídolo maior.

 

Duarte Coelho olhou pela janela.

 

Olinda era a mais bela cidade do mundo.

 

Duarte Coelho pegou o celular e ligou pra Jerônimo de Albuquerque.

 

Iam comemorar o título no Buraco da Gia...

Escrito por Roberto Vieira às 06h48
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06/11/2009


PALMEIRAS, FLUMINENSE E ROMEU

                    

 

Por ROBERTO VIEIRA
 
 
 

Era um 4 de setembro de 1971.

 

Tinham rebentado o aparelho do meu irmão.

 

Ele pegou eu e meu avô na esquina de casa.

 

Fomos nos despedir num jogo de futebol.

 

Palmeiras e Fluminense começaram o ano na crista da onda.

 

Libertadores.

 

Lula e César mandando no pedaço, bicho.

 

Mas o planeta andava careta.

 

Os Beatles tinham ido pro espaço.

 

Chico e Caetano andavam do outro lado do mundo.

 

Lamarca prestes a dançar na Bahia.

 

Sobrava futebol e ouvir o hino nacional.

 

No domingo a gente ia dar pipoca pros macacos.

 

E de tarde, corria pro campo mais próximo.

 

Saca aquela música, aquela...

 

Brasil está vazio na tarde de domingo?

 

Pois é.

 

Falta de coisa melhor pra fazer.

 

Eu só pensando em música.

 

Meu irmão em mudar o mundo.

 

O quase lanterna Fluminense ia pegar o claudicante Palmeiras.

 

Ao chegar, sentamos com o nono uniformizado com a camisa do Palmeiras.

 

Vovô que ficou os noventa minutos entoando:

 

"Romeu, oh Romeu! Onde estás que não respondes!"

 

Pra espanto do público presente.

 

O jogo terminou 1 x 0 pro Verdão.

 

Gol do Eurico.

 

Acho que foi o único gol do Eurico na história do futebol.

 

E olha que eu curtia o futebol sério do Eurico.

 

Silveira foi o craque do tricolor.

 

Espanando quem passava pela frente.

 

O vovô?

 

Do meu lado não se conformava.

 

Repetia em transe:

 

"Romeu, oh Romeu! Onde estás que não respondes?"

 

Teimoso e idealista.

 

Invocando o espírito de Romeu Pelliciari.

 

Ídolo e craque do Palmeiras e do Fluminense.

 

Romeu que falecera dois meses antes.

 

Felizmente.

 

Pra não presenciar aquele jogo.

 

Onde os dois times passaram meses sem acertar um passe...

 

Na saída do Parque Antarctica.

 

Vovô beijou o meu irmão, entregou um envelope com dinheiro e disse adeus.

 

Para nunca mais.

 

Meu irmão desapareceu no tempo.

 

Como os dribles, gols e passes do Romeu.

 

Aquele foi o último jogo do meu avô.

 

O futebol ficou triste e vazio.

 

Sem Romeu.

 

Sem meu irmão.

 

Que meu avô tanto procurava.

 

Meu irmão que nunca responde.

 

 

                         

 

Escrito por Roberto Vieira às 22h14
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O DIA DE SÃO EDUARDO*

 

 

Hoje eu acendi uma vela para ele.

 

Humildemente.

 

Pois só ele foi santo entre o Santos.

 

Confesso que não vi o milagre.

 

Andava de um lado pra outro em casa.

 

Isolado de tudo e de todos.

 

Um covarde em trajes de adulto.

 

Cai? Não cai? Cai? Não cai?

 

Vieram me contar depois.

 

Quando tirei o celular do silencioso.

 

Quando abri as portas de casa.

 

Quando vi um moleque passando com uma bandeira alvirrubra.

 

Quando, enfim, liguei o rádio de pilha.

 

- Morar longe de todo mundo tem suas vantagens.

 

Kleber Pereira chutava.

 

Ele defendia.

 

O Santos pressionava.

 

Ele salvava.

 

O alvinegro se desesperava.

 

Em 66 eles mandaram o cara do rifle.

 

Agora mandaram o paredão de fuzilamento.

 

O jogo terminou 0 x 0.

 

O suficiente para causar uma explosão em Rosa e Silva.

 

Vim a saber depois por Túlio Barreto.

 

Túlio que deu entrevistas e nem lembra pra quem.

 

Era véspera do dia de Nossa Senhora.

 

Pra mim.

 

Permanecerá para sempre.

 

O dia de São Eduardo.

 

Aliás.

 

Vou acender mais umas duas velas.

 

Por via das dúvidas... 

 

 

*Bela capa do JC 08.12.2008

Escrito por Roberto Vieira às 21h34
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O MILÉSIMO GOL: PELÉ X YASHIN

 

                

 

A foto não precisa de texto.

 

Porém, responda:

 

Quantos gols Pelé marcou em Yashin?

 

Quantas vezes eles se enfrentaram?

Escrito por Roberto Vieira às 20h36
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QUIZ DO MESTRE ZÉ DO CARMO

                 

 

 

Bela cena de família.

 

Mestre Zé do carmo com seu pai.

 

Mas, peraí!

 

Como é mesmo o nome do pai do Zé do Carmo?

Escrito por Roberto Vieira às 20h17
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O FUNDADOR DO BAFO DO LEÃO

             

 

Mayr Maranhão Lapenda.

 

Fundador do Bafo do Leão.

 

Junto com Juvino Falcão.

 

Poeta.

 

Seresteiro.

 

Procurador da República.

 

Fã do craque Marcílio Aguiar.

 

E, pasmém!

 

Dos irmãos Carvalheira.

 

Tocando cavaquinho.

 

Arrasando na Jazz Acadêmica.

 

Nascido em Nazaré da Mata.

 

Viu sua filha casar com... João Guerra.

 

Presidente do Náutico.

 

Fazer o que?

 

O destino tem dessas coisas...

 

Bola pro ar que o casamento é de campeonato!

Escrito por Roberto Vieira às 20h05
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SPORT X CRUZEIRO: VITÓRIA DE PIRRO

       

 

O jogo de amanhã do Sport.

 

Pode trazer uma vitória de Pirro.

 

Mais ou menos como o jogo da foto.

 

Muita alegria.

 

Pra tudo se acabar dias depois.

 

Pra quem saca de futebol pernambucano:

 

1. Qual o goleiro da foto?

 

2. Qual o jogador do Sport?

 

3. Qual o resultado desta partida?

Escrito por Roberto Vieira às 19h56
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QUEM SÃO OS CRAQUES DA SELEÇÃO?

                

 

Quem são os craques da seleção?

Escrito por Roberto Vieira às 19h50
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QUAL A DUPLA IMORTAL?*

             

 

Juntos?

 

Cento e setenta e seis gols alvirrubros.

 

Responda:

 

Qual a dupla imortal?

 

*Valeu, Mestre Antonio Ricardo!

Escrito por Roberto Vieira às 19h46
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QUIZ DO SANTO ANDRÉ

               

 

 

Um dos mais geniais centroavantes da história.

 

Estreou como técnico no Santos.

 

No melhor da festa?

 

Demitido.

 

Substituído por Daltro Menezes.

 

Foi treinar o Paraisense.

 

Já ouviu falar?

 

Também não.

 

Em 1988 foi chamado pelo Santo André.

 

Pra treinar o quarentão Luís Pereira.

 

Então, cara!

 

Quem é o técnico da foto?

 

 

Escrito por Roberto Vieira às 19h36
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SANTOS X VANDERLEY LUXEMBURGO*

 

Por Luiz Roberto Serrano

Presidente da Associação Resgate Santista

 

 

A chapa "O Santos pode mais" vem a público repudiar as recentes declarações do treinador Vanderlei Luxemburgo da Silva sobre as eleições presidenciais do clube.

 

Função de treinador é treinar a equipe. E, convenhamos, há algum tempo Vanderlei Luxemburgo da Silva deixou suas tarefas em campo em segundo plano.

 

Vanderlei Luxemburgo da Silva recebe um dos maiores salários do futebol brasileiro para conquistar resultados. Títulos. Vitórias.

 

Hoje, infelizmente para a nação santista, Vanderlei Luxemburgo da Silva cumpre todas as funções possíveis dentro da Vila Belmiro. Às vezes é manager. Às vezes é político. Nesta semana, virou o cabo eleitoral mais bem pago do Brasil. Técnico, faz tempo que não é.

 

Lamentável que o atual presidente do clube terceirize para um funcionário o dever de discutir o futuro do Santos.

 

Lançamos a Vanderlei Luxemburgo da Silva um desafio público: comparemos as histórias de vida, os escândalos, as investigações em Comissões Parlamentares de Inquérito.

 

Neste quesito, devemos reconhecer, Vanderlei Luxemburgo da Silva é recordista e ganha de goleada. Tem a experiência que nosso grupo de fato não tem.

 

Por outro lado, a performance de Vanderlei Luxemburgo da Silva como empresário é de dar pena. Montou com um sócio paranaense uma casa noturna há uma década. Rapidamente o negócio afundou.

 

Há dois anos, lançou com pompas o "Instituto Wanderley Luxemburgo". O resultado é uma penca de alunos lesados, professores com salários atrasados e parceiros desmoralizados.

 

É este empresário que, se Marcelo Teixeira ganhar, vai comandar o fundo de investimentos que ninguém sabe de onde vem e para onde vai.

 

Nossos parceiros são notadamente homens de sucesso. Comandam mega-empresas. Nossos investidores têm CPF, RG e endereço fixo.

 

E, como homens inteligentes e de sucesso, jamais deixariam o dinheiro que virá para reerguer o Santos nas mãos de alguém como Vanderlei Luxemburgo da Silva, sem duvida um treinador com sucesso na carreira, mas um fracasso estrondoso como empreendedor.

 

 

*Originalmente publicado no Blog do Juca

Escrito por Roberto Vieira às 19h23
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QUEM SABE, SABE!

               

 

Jogo final.

 

O goleiro se machuca.

 

Um companheiro entra em seu lugar.

 

Quem sabe?

 

Sabe!

 

Quem é o jogador da foto?

 

Que vestiu-se de goleiro sem ser?

 

Qual o jogão?

Escrito por Roberto Vieira às 12h16
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QUEM É O CAMPEÃO?

        

 

Revelado pela Lusa.

 

Campeão mundial.

 

Campeão europeu.

 

Voltou cabisbaixo pro Santos.

 

Apenas para vencer o Santa Cruz.

 

Quem é o craque?

Escrito por Roberto Vieira às 12h07
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LATO NO CANADÁ

  

 

Longe.

 

Em Ottawa, Canadá.

 

Lato.

 

Artilheiro da Copa de 1974.

 

Recebe o carinho dos poloneses.

 

Exilados.

 

Mas ainda ligados na saudade do seu país...

 

O Solidariedade?

 

Estava engatinhando...

Escrito por Roberto Vieira às 11h58
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QUAL O TIME DA FOTO?

     

     

 

Prestes a ser batido por 2 x 0.

 

Qual o time da foto?

Escrito por Roberto Vieira às 11h54
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QUEM É QUEM?

 

 

Dois antigos ídolos do Santos e do Náutico.

 

Feras.

 

O primeiro enlouqueceu os escoceses.

 

Saiu dizendo que jogar contra europeu.

 

Era canja de galinha.

 

Coisa impensável de falar naqueles tempos.

 

O outro entortou Djalma Santos.

 

Deveria ser nome de rua nos Aflitos.

 

OK?

 

Quem são as feras?

Escrito por Roberto Vieira às 06h35
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QUIZ DOS PATRÍCIOS

         

 

Há 80 anos eles redescobriram o Brasil.

 

Porém sucumbiram ante o Fluminense: 4 x 1.

 

Rápido.

 

Qual o time português da foto?

Escrito por Roberto Vieira às 06h25
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ENQUETE: QUAL CACHAÇA VENDE MAIS?

                 

 

Um dos clubes mais populares do Brasil.

 

Embora com raízes italianas.

 

O Corinthians agora virou cachaça.

 

Fiquei me perguntando.

 

Caso a Pitú lançasse uma cachaça pros três grandes de Pernambuco.

 

Qual iria vender mais?

 

A cachaça Leão?

 

A cachaça da Cobrinha?

 

A cachaça do Timbu?

 

Ou será que no rastro da parabólica?

 

A gente ia verificar que o Corinthians é preferência estadual?

Escrito por Roberto Vieira às 06h17
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05/11/2009


LOTERIA ESPORTIVA

 

Faltam pouco mais de 150 pontos.

 

Teoricamente.

 

Todos têm chance.

 

Na prática.

 

Não.

 

Mas sempre resta uma esperança.

 

De achar um pé de coelho solto por aí...

 

Valendo 10 pontos?

 

Santos x Náutico!

 

 

1. Santos x Náutico

2. Vitória x Avaí

3. Sport x Cruzeiro

4. Corinthians x Santo André

5. Fluminense x Palmeiras

6. Atlético-MG x Flamengo

7. Barueri x Internacional

8. Atlético-PR x Goiás

9. Santa Cruz x Timbaúba

10. Atlético-GO x Guarani

11. Vitória de Guimarães x Braga (Nilson x Líder)

12. Benfica x Naval

13. Botafogo x Coritiba

 

 

    

 

 

Escrito por Roberto Vieira às 18h50
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QUEM É O CARA?

                    

 

Craque.

 

Cara de menino.

 

Brilhou no Brasil e na Itália.

 

Quem é o cara, bicho?

 

Onde ele brilhou?

 

Escrito por Roberto Vieira às 17h08
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O NÁUTICO QUER SER GRANDE!

 

Por DOMINGOS SÁVIO

 

 

Faz tempo. Muito tempo que fazíamos medo e assustávamos os adversários.


O clube era de terra e mar. O remo honrava sua presença maior no escudo.


O futebol era parelho com os rivais daqui e de além-mar. Além Globo.


A nossa natação. Um berçário de campeões. Adriana Salazar que o diga. Nikitas e outros mais.


Nem vou esticar o texto para falar do FUTSAL CAMPEÃO BRASILEIRO!!! Vôlei, Basquete, etc...


O Náutico tem um Estatuto. Redigido e em vigor desde 2001. Ao que me consta.


No entanto não é registrado. Tem certeza?


E revezam-se nas eleições, candidatos que se elegem ou pelos sócios ou pelos conselheiros.


Aí começa a grande confusão.


Pois chegamos perto da casa dos 10 mil sócios pagantes. Hoje um número utópico.


E imaginem esses sócios numa eleição.


Uma festa. Uma participação responsável na direção e nos destinos do clube.


Agora imagine um presidente eleito por menos de 300 conselheiros.


Tem o mesmo peso? A mesma dimensão?


A discussão não termina. A confusão só aumenta.


Os jovens alvirrubros querem na nossa página oficial do Orkut: PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO.


Alguém aí sabe o que vem a ser?


Na prática?


Basta planejar. Gastar com responsabilidade.


Será tão difícil assim?


Outra confusão que piora ainda a qualidade do meu texto. Me desculpem.


Chega de Aristocracia. Chega de sobrenomes.


Não faço campanha aqui por A nem B.


Também não me iludo por Consenso. Palavra que sofreu tantos baques que virou palavrão.


Clube saudável é clube com oposição.


Não a baderna. A baderna não cabe no Náutico.


A oposição sim. Pois vigia. Fiscaliza. Incomoda.


E pode ajudar.


Como agora. Em que vislumbramos uma chapa de oposição desprovida de rancores e vaidades.


Pelo simples exercício de saber que pode dirigir o clube e tem competência para tal.


Isso em Administração chama-se Gestão de Pessoas. Saber escolher as pessoas para chegar aonde se quer.


E o Náutico quer ser grande.


O Náutico não pode ficar feliz por ganhar uma partida do rival a cada bienal. Tá virando feira do livro. Fliporto é mais divertido.


Olhemos o exemplo do CT. Do grupo GARRA. Quanto se faz com tão pouco.


Dinheiro contado, suado e bem aplicado.


Olhemos outros clubes que também não fazem parte dos globodólares dos 13.


Estão aí Avaí e Barueri. Longe da queda. Sonhando com o time na Sul-americana em 2010. E nós?


E para terminar. Examinem o balanço do clube.


Ele é viável. Tivemos em 2008 18 milhões em receitas. 49 jogadores contratados.


Muitos nem chegaram a jogar.


Isso é jogar dinheiro fora. Sonhos fora.


O Náutico quer ser grande. E para ser grande temos de cuidar de cada centavo que entra. Cada centavo que sai.


Como devemos cuidar de cada sócio. Com respeito.


Trazer as famílias de volta à sede. A piscina. As quadras.


Não temos?


O que nos impede de nos reconstruirmos como clube?


O tempo não espera. O tempo é cruel e caro. Como os segundos nobres da televisão brasileira.


Então senhores elegíveis.


Preparem seus projetos e discutam.


Pelo bem do clube.


Que está na fila do SUS faz muito tempo.


E que quer ser grande.

Escrito por Roberto Vieira às 16h36
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NO TEMPO DOS CORONÉIS...

                                                                    

 

Por ROBERTO VIEIRA
 
 
 
Seu Florêncio é descrente de tudo.
 
Menos de Deus.
 
Pois de maldade o mundo está cheio.
 
Sem Deus vira zona.
 
Seu Florêncio que foi dono de time de futebol.
 
Cartola.
 
Hoje de manhã Seu Florêncio abriu o jornal na varanda de casa.
 
Uma casinha na rua principal de Carpina.
 
Uma rua cheia de feira e palmeiras imperiais.
 
Que Carpina já foi importante.
 
Passando por lá vi seu Florêncio se rindo.
 
Seu Florêncio se rindo é coisa rara. Eclipse.
 
Bati palma e abri o portão.
 
Ele mandou me chegar, ir sentando. Mandou trazer um café.
 
Perguntei por que se ria Seu Florêncio.
 
Ele me mostrou a escala de arbitragem da CBF para a Série A.
 
Antes que eu lesse, foi logo perguntando:
 
"Sabe quem apita Santos x Náutico?"
 
Antes que eu abrisse a boca:
 
"Um carioca!"
 
Falei que o rapaz era da federação catarinense.
 
Seu Florêncio acendeu o cachimbo.
 
"Viu que chamaram o Nielson de canalha?"
 
"Por causa dos dois pênaltis?"
 
"Pois é. Em vez de suspenderem o dirigente, botaram o Nielson de molho..."
 
Seu Florêncio pigarreia, toma fôlego:
 
"Sabe o que aconteceu com aquele rapaz?"
 
Fiz um olhar de não saber de quem se tratava:
 
"Aquele que apitou Botafogo e Náutico no Engenhão!"
 
Perguntei se havia sido punido.
 
"Que nada! Vai apitar Atlético-MG e Flamengo..."
 
"Mas Seu Florêncio, ele foi o melhor árbitro do Brasileirão 2008!"
 
Seu Florêncio coçou o bigode. Deu uma tragada no cachimbo.
 
Depois me apontou uma morena sensacional do outro lado da rua.
 
"Está vendo aquela mocinha?"
 
Claro que eu estava vendo. Impossível não ver.
 
"O tal juiz já foi bom. No passado. Agora é reprovado dia sim, outro também!"
 
E remata com olhar saudoso na morena:
 
"Eu também já fui bom naquilo... Ouça bem o que eu digo, meu filho: Perto da turma de hoje em dia no futebol, meu cumpadre Chico Heráclito era fichinha!"

Escrito por Roberto Vieira às 16h25
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O ARTISTA FERNANDO FLORÊNCIO

 

 

O grande artista pernambucano Fernando Florêncio.

 

Bom de traço e bom de papo.

 

Imortalizou em óleo e bico de pena.

 

Dois ídolos alvirrubros.

 

Um ídolo.

 

Craque da palavra escrita.

 

O outro.

 

Menino do velho Rosário de Caruaru.

 

O Mané Gaiolinha.

 

Tive o prazer de conhecer Florêncio.

 

Ouvindo dele e dos amigos.

 

Histórias impagáveis do futebol da nossa terrinha.

 

Vamos turma!

 

Quem sabe o nome dos homenageados acima?

Escrito por Roberto Vieira às 15h49
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RAVA E JUVENAL

 

 

 

No dia 5 de novembro de 2005 morria Pietro Rava.

 

O último remanescente da Azzurra campeã mundial de 1938.

 

Rava campeão olímpico em 1936.

 

Rava titular da seleção até o final da Grande Guerra.

 

Rava escolhido para a seleção da Copa.

 

Rava que marcou Romeu Pelicciari e Perácio.

 

Depois de pendurar as chuteiras, Rava foi técnico.

 

Sem tanto brilho.

 

Mas eu escrevo pensando em Juvenal.

 

Pois é.

 

Juvenal faleceu e eu não pude escrever uma linha.

 

Juvenal Amarijo teve a infelicidade de jogar a final de 50.

 

Seu último jogo na seleção.

 

Juvenal, o último titular brasileiro vivo da Copa de 1950.

 

Juvenal brilhou no Flamengo e no Palmeiras.

 

Foi campeão baiano com o Bahia.

 

Barbosa se foi.

 

Como Bigode, Ademir, Friaça.

 

Juvenal também.

 

Muita gente lembra do Maracanazzo.

 

Esquecendo a vitória sobre a Juventus na Copa Rio.

 

Juvenal que marcou Boniperti. Implacável. 

 

Coisas do futebol.

 

A Juventus foi o clube de Pietro Rava.

 

Por muito pouco.

 

Rava e Juvenal não se encontravam em 1951.

 

Pois Rava jogou na Juve até 1950.

 

Rava sofreu com o Alzheimer.

 

Juvenal faleceu de solidão.

 

Quinze dias internado em um hospital.

 

Ignorado pela CBF e por todos.

 

Palestrinos, baianos, flamenguistas e brasileiros.

 

Coisas da vida e do futebol.

 

Da seleção de 50 restam Nilton Santos e Nena.

 

Nena ninguém lembra.

 

Nilton Santos?

 

Graças a Deus foi campeão em 58 e 62.

 

Ou seria apenas dicionário.

 

Nunca enciclopédia...

 

 

                           

 

 

NOTA: Pra quem imagina que na Velha Bota é muito diferente... O jovem Rava voltou da Copa de 38 solicitando um aumento de salário. Os dirigentes da Juve nem quiseram saber. Após uma derrota ante o Modena, jogaram a culpa no zagueiro. Resultado? Geladeira até o final do campeonato italiano 38/39. Injustiça da Velha Senhora? Nem tanto, em suas memórias Rava confessa que fez corpo mole contra o Modena. Pobre, ele tinha medo de morrer coberto de glórias sem dinheiro no bolso...

 

Escrito por Roberto Vieira às 03h02
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O MILÉSIMO GOL: O DIA DO GATO PRETO

                 

                                   Ele e Gato Preto

 

 

19 de maio de 1959.

 

Dia do Gato Preto.

 

Pelé já era campeão do mundo.

 

O Santos veio enfrentar o Santa Cruz.

 

O goleiro tricolor era Mauro.

 

Apelidado Gato Preto.

 

Pobre Mauro.

 

Nagel e Clóvis nem viram a cor da bola.

 

Pelé marcou aos 17', 19' e 44' do primeiro tempo.

 

Depois sossegou.

 

O Santos venceu por 5 x 1.

 

Humaitá diminuiu para o tricolor.

 

Dez anos depois, o menino Pelé voltaria ao Recife.

 

Rumo ao milésimo gol.

 

Para enfrentar novamente o Santa Cruz.

 

Desta vez sem Gato Preto...      

 

Escrito por Roberto Vieira às 01h58
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INVEJA AZUL

                      

 

 

Confesso ter inveja.

 

Uma inveja positiva. Azul.

 

- Queria ver algo igual no Náutico.

 

Mas continua sendo inveja.

 

Diante de 60 mil cruzeirenses.

 

O lateral Sorín disse adeus.

 

O Cruzeiro venceu o Argentino Juniors: 2 x 1.

 

Nos anos 40, Sastre virou sinônimo de São Paulo.

 

Depois veio Artime no Palmeiras.

 

Andrada no Vasco da Gama.

 

Reyes no Flamengo.

 

Betancour no Sport.

 

Romerito no Fluminense.

 

Acosta no Náutico.

 

Tevez no Timão.

 

Um monte de estrangeiros com sangue brasileiro.

 

Porém, um caso de tanto amor.

 

Tanta paixão.

 

Acho que apenas Sorín no Cruzeiro e Valido no Flamengo.

 

A festa é de fazer inveja, uai!

 

Porque a gente pega nossos ídolos.

 

Falo dos brasileiros mesmo.

 

E quando eles não conseguem mais jogar bola.

 

Fazer gol.

 

A gente dá um chute neles.

 

Chama de imprestável.

 

Duvida?

 

Você foi na despedida de Jorge Mendonça ou Bizu?

 

No adeus de Baiano ou Bita?

 

Não?

 

Claro que não!

 

Hoje eu durmo com a inveja do meu lado.

 

Uma inveja azul.

 

Da cor de Carlos Penna Filho...

 

Escrito por Roberto Vieira às 01h40
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BOTAFOGO SEM GACIBA, PERDE

                 

 

Desfalcado de Gaciba.

 

O Botafogo voltou a ser Botafogo.

 

Marcou uma vez contra o Cerro Porteño.

 

Mas levou três gols.

 

Cerro 3 x 1.

 

Botafogo eliminado da Sulamericana.

 

Tem torcedor pedindo a volta do ídolo.

 

Os dirigentes preferem aguardar os próximos jogos.

 

Da Série A.

Escrito por Roberto Vieira às 01h20
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A BATALHA DO OLÍMPICO

                   UOL

      

 

Não é nada, não é nada.

 

Rafael marcou 1 x 0 para o Grêmio.

 

Dagoberto empatou para o São Paulo.

 

No segundo tempo.

 

Expulsaram Borges.

 

Dagoberto e Jean.

 

Durante quinze minutos, o São Paulo tinha nove.

 

No final tinha oito.

 

E o poderoso Grêmio Portoalegrense?

 

Nada.

 

Pois não é nada, não é nada.

 

Mas tem colorado chamando de Batalha do Olímpico...

Escrito por Roberto Vieira às 01h14
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04/11/2009


DERROTA EM FÁ MAIOR

             

 

 

Faz uns trinta anos.

 

Desde os tempos de Medici não se via nada igual.

 

Maracanã.

 

A seleção perfilada.

 

Quatro microfones diante do time.

 

Entre os craques.

 

Os improváveis cabeças feitas Sócrates e Falcão.

 

Ambos fora da seleção de 1978.

 

Ambos ansiosos para vestir a amarelinha.

 

O hino em fá maior.

 

Ordem do Ministro da Comunicação, Said Fahrat:

 

"Quero todo mundo cantando!"

 

O jogo era a final da Copa América.

 

O adversário?

 

O Paraguai, pobrezinho.

 

Tinha um gênio, Romerito.

 

Mas seu uniforme era confuso.

 

Uns jogadores com listras maiusculas.

 

Os demais com listras minúsculas.

 

O treinador Cláudio Coutinho pensava no tri do Flamengo.

 

O Paraguai sonhava com Fleitas Solich.

 

Vocês já viram essa cena antes.

 

Isso.

 

Em 1950 no mesmo Maracanã.

 

O Paraguai vencera em Assunção: 2 x 1.

 

O Paraguai empatou no Maracanã: 2 x 2.

 

O Paraguai tornou-se campeão da Copa América de 1979.

 

O Almirante Heleno Nunes proclamou:

 

"Coutinho fica!"

 

Como você já deve imaginar.

 

Aquele foi o último jogo de Cláudio Coutinho na seleção.

 

Em fá maior...

 

 

    

 

 

Escrito por Roberto Vieira às 20h47
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O ARTILHEIRO, O LÍDER E O TIMBUZINHO

        

 

Mestre André Gustavo estava no Shopping.

 

Acompanhado do filho, Felipe.

 

Mestre André, atual líder da Loteria Esportiva.

 

Eis que aparece o novo ídolo alvirrubro:

 

Bruno Mineiro.

 

Ou melhor, Brunogol.

 

O craque que marca um gol por jogo.

 

Mestre André convidou Mestre Bruno para uma foto.

 

Foto histórica.

 

Mestre Bruno olhou para o pequeno Felipe e disparou:

 

"E você torce por qual time?"

 

Felipe mandou a bola nas redes.

 

De bate-pronto:

 

"Náutico! E o Náutico ganhou do Sport!"

 

Preciso dizer mais alguma coisa?

Escrito por Roberto Vieira às 19h54
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O IMORTAL DJALMA CHRISTIANO GOMES

      

            Carlos Celso, Djalma Gomes e Lenivaldo Aragão

 

 

Alto.

 

Inexpugnável.

 

Alvirrubro.

 

O imortal Djalma Christiano Gomes.

 

Quarenta e oito partidas com a camisa do Náutico.

 

Djalma nascido em 1918.

 

Djalma que estreou no gol Timbu aos 20 anos de idade.

 

No Torneio Início de 1939.

 

Djalma campeão pernambucano daquele mesmo ano.

 

Parando com suas mãos imensas os ataques tricolores.

 

Naquele 29 de outubro.

 

Pois é, meus amigos.

 

Umberto Cabelli se foi.

 

Como se foram Edson e Ary.

 

Alencar, Guilherme e Bermudes.

 

Como se foram Arthur, Emídio, Zezé, Fernando e Celso.

 

Como se foi Célio.

 

Todos páginas da memória do futebol pernambucano.

 

Mas permanece Djalma.

 

Agora residindo em Recife.

 

Djalma Christiano Gomes.

 

Alto.

 

Inexpugnável.

 

Alvirrubro.

 

O imortal Djalma Christiano Gomes.

 

Quarenta e oito partidas com a camisa do Náutico.

 

Djalma nascido em 1918.

 

Djalma que estreou no gol timbu aos 20 anos de idade.

 

Djalma que calmamente.

 

Pegou as fotos de Mestre Carlos Celso Cordeiro.

 

E foi identificando os jogadores.

 

Os companheiros de luta.

 

Para a foto que será pulicada aqui no Blog.

 

Na espetacular série: Náutico, a história em fotos.

 

Ah, o local do encontro de Mestres Djalma e Carlos Celso?

 

Mas meus amigos!

 

Elementar!!

 

Só poderia ser na Jaqueira.

 

Local da estréia do grande Djalma.

 

Solo sagrado onde nos tornamos campeões de 39!

 

Querem lugar melhor?

 

 

          

Escrito por Roberto Vieira às 16h09
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MENSAGEM DO CELSO UNZELTE

                             

 

Roberto,

 

No boletim Loucos por Futebol da Rádio Eldorado ESPN de sábado, que vai ao ar antes do jogo, gravei uma rápida participação justamente sobre os duelos Santos x Náutico de 1966.

 

Abs.,

Celso

Escrito por Roberto Vieira às 15h50
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O FEOLA DO LUCÍDIO

                           O Boca de Feola e Orlando

 

 

Para atender a curiosidade de João Carlos:

 

Vicente Feola (1º-11-09/20-11-75) : Quase 30 anos de serviços prestados ao São Paulo. Foi técnico da Seleção Brasileira na conquista de 1958. Bonachão, diziam que era tão sossegado que até tirava umas sonequinhas no banco de reserva durante as partidas. Apesar do título mundial, seu nome ficou atrelado ao do São Paulo. A primeira vez que comandou o Tricolor foi em 1937. Começava ali um longo casamento. O treinador virou diretor do São Paulo e sempre que havia problemas com os técnicos, dos mais variados tipos, inclusive demissões, era ele quem assumia. Entre idas e vindas, foram dez passagens efetivas de Feola pelo comando do Tricolor. Tranquilo, prezava antes de tudo o diálogo com seus jogadores. Ganhava com isso a confiança de todos. É o técnico com mais jogos no comando do São Paulo. Foram 524 partidas dirigindo o time somando todas as passagens. Títulos pelo São Paulo: Campeonatos Paulistas de 1948 e 1949.

 

Notas tiradas do Almanaque do São Paulo, de Alexandre Costa, edição de 2006.

 

Feola, depois de consagrado campeão mundial, andou pela Argentina, treinando o Boca Juniors em 1961.

 

Um abraço do,

 

                                                             Lucídio José de Oliveira

Escrito por Roberto Vieira às 15h45
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O PACAEMBU DE BITA E BALA

         

         

 

 

Por ROBERTO VIEIRA
 
 

 

 

Quando os antigos alvirrubros souberam que a partida contra o Santos seria no Pacaembu, muitos não resistiram. Disfarçadamente enxugaram uma lágrima perdida no tempo. Longe. Naquele distante novembro de 1966.

 

O Náutico já existia, mas ninguém fora de Pernambuco sabia. O Náutico era uma curiosidade enciclopédica, um verbete da Barsa, um campeão na distante capitania hereditária de engenhos queimados e fogo morto. Uma equipe de meninos correndo pelas terras de revoltas e memórias. O Brasil terminava, futebolisticamente falando, e economicamente também, na Bahia e no Bahia, digno campeão da Taça Brasil de 1959.

 

Pra completar o fado, eis que nas semifinais da Taça Brasil 1966, o time pernambucano perde a primeira partida contra o temível Santos de Pelé na Ilha do Retiro. Um singelo 2 x 0. Com gol do Rei. Um jogo de casa lotada e gente saindo pelo ladrão.

 

Os profetas do apocalipse soaram as trombetas: "No Pacaembu vai ser uma vergonha!"

 

Os alvirrubros guardaram a paixão e foram pro radinho apreciar a demolição. Castelo Branco e a a Revolução pareciam agonizar nas urnas. Carlos Lacerda, Milton Campos e Carvalho Pinto esfregavam as mãos. Todos estavam redondamente enganados.

 

O Náutico entrou no gramado do Pacaembu na noite de 17 de novembro de 1966 derrotado, por tudo e por todos. Os jornais, de manchete pronta, guardavam espaço apenas para os números da goleada. Os paulistas planejavam o hexacampeonato da Taça Brasil nas mãos dos santistas. Apenas um louco embriagado observaria a garoa fina simbolizando o final dos tempos a cobrir São Paulo.

 

No dia 7 de abril de 1901, o Clube Náutico Capibaribe foi fundado. Mas a sua maioridade só ocorreu sessenta e cinco anos depois, no gramado sagrado do Pacaembu. Sob o olhar atônito do Diamante Negro, o goleador que simbolizou o futebol bandeirante naquele mesmo templo. Sob o olhar atônito do Rei do futebol. Toninho Guerreiro marcou dezenas de gols naquela noite. Nada mais natural. O Santos nasceu pra marcar gols e mais gols. Isso todo mundo em São Vicente sabia. As arquibancadas e cadeiras eram testemunhas do implacável time de branco diuturnamente.

 

Mas no dia 17 de novembro de 1966, o time de branco era o Náutico. Literalmente. E no dia 17 de novembro de 1966, Pelé era Bita. Bita que desequilibrou o jogo diante de uma platéia extasiada. Primeiro de bicicleta. Depois num sem-pulo. Achando pouco enfiou um foguete de longe. Gilmar dos Santos Neves, nome e sobrenome de mestre do arco, ficou tão apavorado que papou um frango no final da partida.

 

Quatro gols de Bita. Quatro gols do Homem do Rifle. Quatro gols de um rapaz pernambucano, sem dinheiro no banco nem parentes importantes. Um rapaz com uma bomba nos pés e o sentimento do mundo.

 

O Náutico de Bita enfiava um 5 x 3 no poderoso bicampeão mundial. No Estádio Paulo Machado de Carvalho, vulgo Pacaembu, hoje Museu do Futebol. O mundo perguntava quem eram aqueles meninos, meu Deus! De onde vieram, para onde vão? O mundo estava definitivamente de cabeça pra baixo.

 

"Parem as rotativas! O Náutico goleou o Santos!"

 

Na saída dos vestiários. Um repórter do jornal O Estado de S. Paulo entrevista Bita. O craque, emocionado, resume com um drible as perguntas sobre uma possível transferência para o Palmeiras:

 

"É por isso que eu gosto do Náutico. É o melhor time do mundo!"  

 

E mais não disse, pois mais não lhe foi perguntado.

 

Neste sábado, o Náutico volta ao seu lugar de batismo. Ao antigo palco de suas memórias. Agora não tem Bita, tem Bala. O Homem do Rifle foi substituído por um projétil. A vitória será um retorno aos velhos tempos, uma homenagem ao maior jogador que já habitou Rosa e Silva. Porém, a maior homenagem que pode ser prestada aos craques dos anos 60, é jogar com paixão, com garra. Com respeito por duas cores centenárias. Cores de uma província distante. Terra plena de história e de orgulho.

 

Por isso, meus caros amigos, quando os antigos alvirrubros souberam que a partida contra o Santos seria no Pacaembu, muitos não resistiram. Disfarçadamente enxugaram uma lágrima perdida no tempo.

 

Longe.

 

Naquele distante novembro de 1966.

 

 

              

 

 

Nota: Quem é antigo no Blog sabe, as imagens acima fazem parte do acervo do Estado de S. Paulo. Ano passado estive por lá, cascavilhando esta partida inesquecível. Querendo saber da sua repercussão em São Paulo. Na mesma época, aproveitei para visitar o Museu do Futebol, não por acaso, no mesmo Estádio do Pacaembu, tão caro a quem ama o Náutico...

 

Escrito por Roberto Vieira às 04h21
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QUIZ DO NÁUTICO E DO VENTILADOR

          

 

O Náutico.

 

Como todas as equipes do mundo.

 

Já viveu momentos folclóricos.

 

Poucas manchetes, no entanto.

 

Podem rivalizar com essa.

 

O Náutico já se classificou por causa de um... ventilador.

 

Acredite se quiser.

 

Você que saca tudo de futebol association...

 

Associe os fatos pra quem não sabe:

 

Que barraco foi esse?

Escrito por Roberto Vieira às 03h10
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O MILÉSIMO GOL: TIMÃO E MARIGHELA

         

 

O jogo tinha sido adiado.

 

Chuva.

 

Sansão ia apitar de novo.

 

Pelé já tinha 996 gols.

 

Será que faria farra e folia com o Timão?

 

Timão que liderava o Robertão?

 

Pacaembu com portões abertos.

 

21 horas.

 

Paraíso.

 

O delegado Fleury executa Mariguela.

 

A investigadora Estela Borges é morta.

 

Um motorista nas imediações, também.

 

Rivelino mete dois gols.

 

Suingue e Ivair completam a goleada.

 

Pelé passa em brancas nuvens.

 

Mariguela está morto.

 

Pelé arruma as malas.

 

Próxima parada?

 

Recife...

 

 

           

 

 

Escrito por Roberto Vieira às 03h05
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QUIZ DO ARMADOR

                   

 

Pentacampeão de basquete.

 

Casou-se com Eneida.

 

Mas seu mundo era Maria Alice.

 

Colégio Nóbrega.

 

Fazer acalanto para Isabela.

 

Nem sabe porque fez direito.

 

No começo?

 

Era Paiva.

 

Depois virou....

 

Mas peraí!

 

Quem é mesmo o caxixa da foto?

Escrito por Roberto Vieira às 02h52
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QUIZ DO REENCONTRO

                

 

Antigos parceiros.

 

Eles se reencontram na Ilha.

 

Um deles rumo ao ostracismo.

 

O outro.

 

Rumo a glória.

 

Quem são nossos amigos?

Escrito por Roberto Vieira às 02h45
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NOME DE RUA

                     

 

Aqui ele aparece ao lado de Pelé.

 

Ele.

 

Caso raro na sua arte.

 

Virou nome de rua.

 

Nome de torneio de futebol.

 

Quem é ele?

 

Melhor:

 

Em qual time ele foi revelado?

 

Resposta: PMC revelou-se no extinto São Paulo da Floresta, embrião do atual São Paulo.

Escrito por Roberto Vieira às 02h41
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QUIZ DO MOÇO

                  

 

Foi Super?

 

Mandaram embora.

 

Fez grande o Bonsucesso?

 

Tchau!

 

Brilhou no Vasco?

 

Chamaram o Flávio Costa.

 

Falando pelos cotovelos.

 

Queriam amordaça-lo.

 

Quem é o moço da charge?

 

Onde nasceu?

Escrito por Roberto Vieira às 02h35
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QUIZ DO BRUXO

            

 

Dois estrangeiros na Gávea.

 

Um bruxo e um artilheiro.

 

Quem são?

 

Onde nasceram?

Escrito por Roberto Vieira às 02h33
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03/11/2009


PALAVRA DE PRESIDENTE

         

         

 

 

Por ROBERTO VIEIRA

 

 

Palavra de presidente de clube de futebol deve ser lei.

 

É tão importante, mas tão importante.

 

Que deveria ser proferida pelo capitão do time.

 

Nos últimos dias em Pernambuco.

 

As palavras de dois presidentes ecoaram na mídia.

 

O primeiro presidente atirou a toalha ao mar.

 

Quando ainda restam chances matemáticas ao seu time.

 

Fato compreensível, entretanto de terríveis consequências.

 

O desastre pode ser tratado entre quatro paredes.

 

O torcedor pode se esgoelar.

 

O comentarista pode perder a calma.

 

O comandante deve se manter frio e calculista.

 

Enquanto a bola rola existe esperança.

 

Se um presidente de clube ergue a bandeira branca.

 

Se dá uma vassourada antes da hora.

 

O caos se instala.

 

Existe apenas 1% de chance?

 

E daí?

 

Como ficam os jogadores quando o chefe se rendeu?

 

Vão perder os jogos restantes?

 

Tanto faz como tanto fez?

 

As palavras do presidente do Sport foram precoces.

 

Poderiam ser proferidas por qualquer rubro negro.

 

Nunca por quem comanda a nau da Ilha.

 

Depois houve o episódio alvirrubro.

 

Todo alvirrubro vibrou com a vitória no Clássico.

 

Todo alvirrubro sonha vencer o Sport.

 

Mas a grandeza começa na vitória.

 

Torcedor pode tripudiar.

 

General deve olhar no horizonte.

 

Perceber que a vitória no Clássico é um bálsamo.

 

Jamais a pedra filosofal.

 

O General deve, principalmente, compreender.

 

Foi apenas uma batalha.

 

A guerra é muito mais ampla, geral e irrestrita.

 

O Náutico é muito maior que o Clássico dos Clássicos.

 

Vencer o Clássico é passado.

 

O Náutico tem cinco batalhas pela frente.

 

O Náutico jamais ocupará seu lugar de direito com escaramuças locais.

 

Ontem, o adversário era o Sport.

 

Hoje é o Santos no Pacaembu.

 

Amanhã?

 

O Flamengo!

 

A torcida é livre para gritar e se esborrachar de alegria.

 

O presidente e o conselho devem planejar o próximo movimento.

 

Ganhar do Sport?

 

Legal!

 

Mas o Náutico deve querer sempre mais.

 

Entendo a emoção vivida pelos dois mandatários.

 

Entendo que a cadeira de presidente é um lugar solitário.

 

Porém, meus caros amigos.

 

Palavra de presidente de um clube de futebol deve ser lei.

 

É tão importante, mas tão importante.

 

Que deveria ser proferida pelo capitão do time.

 

Perfilado.

 

Diante do pavilhão sagrado!

 

Com o punhal entre os dentes...

Escrito por Roberto Vieira às 20h12
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CLASSIFICAÇÃO DA LOTERIA ESPORTIVA

 

Ninguém acertou o placar.

 

Embora Marssel tenha acertado o travessão...

 

Eis a classificação Caju e Castanha.

 

Mais embolada que nunca...

 

 

                            1. André Gustavo - 304

 

 

2. Clávio Guimarães e Durval Valença - 302

4. Arsenio Meira, Carlos Henrique e Newton Pinheiro - 294

7. Erik - 282

8. Guilherme Dias - 270

9. Edgar Mattos e Geandre - 268

11. Osvaldo Soares e Washington Vaz - 250

13. João Carlos e Marcos Japiassú – 246

15. Sérgio Oliveira - 240

16. Lucídio José de Oliveira e Houldine - 238

18. Antonio Ricardo - 228

19. Joaquim Herbenio – 224

20. Rafael Alves - 162

21. Robpe - 142

22. Danilo Otoni - 140

23. Rafael Medeiros- 136

24. Breno Lobo e Marssel Vilaça - 130

26. Manuel Oliveira - 100

27. Harold - 82

28. Fabiano - 74

29. Manoel Júlio - 58

30. Fábio Barros - 54

31. Rafael Borba - 36

32. João Víctor - 20

33. José Carréra - 14 

34. Alexandre 74 - 12

35. Carlos Eduardo - 6

36. Sérgio Galvão - 4

37. Alexandre Jorge - 2

 

 

Escrito por Roberto Vieira às 02h47
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NÁUTICO, A HISTÓRIA EM FOTOS: 1938

 

Por CARLOS CELSO CORDEIRO

 

 

       

 

 

Esta é uma foto do Náutico de 1938. Clicada em jogo anterior a 31/07/1938. Visto que foi publicada nesta data.

 

E até esta data o Náutico disputou, em 1938, oito partidas. Uma pelo Torneio Início, uma partida amistosa e seis partidas pelo turno eliminatório do CP 1938.

 

Consigo identificar Zezé Carvalheira e Fernando Carvalheira.

 

A identificação destes dois jogadores permite deduzir que a foto é de um dos três últimos jogos do turno eliminatório do CP 1938 ou da partida amistosa contra o América.

 

Assim, a escalação do time da foto pode ser: Osires; Clélio ou Pilombeta e Ayrton ou Salsinha; Taurino ou Guilherme, Édson Lima e Ramon; Zezé Carvalheira, Romeu, Fernando Carvalheira, Estácio ou Emídio Carvalheira e Celso ou João Manoel.

 

Dá para concluir, então, que Osires, Édson Lima, Ramon, Zezé Carvalheira, Romeu e Fernando Carvalheira estão na foto.

 

Uma curiosidade interessantíssima é que o técnico do time, no dia que foi feita esta foto era ELÁDIO DE BARROS CARVALHO.

 

 

O Náutico terminou o campeonato de 1938 na quarta colocação, atrás de Sport, Santa Cruz e Tramways.

Escrito por Roberto Vieira às 02h15
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A RODADA PORTUGUESA

 

Por MANUEL OLIVEIRA           

 

A 9.ª jornada (rodada) começou na 6.ª feira, como já é habitual, com o F.C. Porto-Belenenses (1-1), prosseguiu no sábado com os jogos, Naval-Leixões (1-0) e Sp.Braga-Benfica (2-0) e no domingo com o Olhanense-Rio Ave (0-1), P.Ferreira-U.Leiria (0-1), Nacional-V.Setúbal (2-1) e o Sporting-Marítimo (1-1).

 

A rodada encerrou-se ontem com Académica-V.Guimarães (2-0)

 

Os destaques desta jornada vão em primeiro lugar obviamente para o Braga que derrotou o Benfica e isolou-se de novo na liderança da Liga Sagres, para o Belenenses que foi roubar 2 pontos ao Porto, para o Marítimo que também foi roubar 2 pontos ao Sporting e por fim para o Rio Ave que depois de ter empatado na semana passada com o Braga, foi ganhar fora agora e está no 4º lugar à frente do Sporting.

 

O artilheiro continua a ser Cardozo (Benfica) com 11 gols, seguido de Falcão (Porto) com 7, mesmo sem terem marcado nesta rodada. De referir que Cardozo foi (mal) expulso no intervalo do jogo de Braga.

 

A classificação após 9 jogos, no que respeita aos primeiros colocados, está assim:

 

1º) Sp. Braga (25 – 15/4 em gols), 2º Benfica (22 pontos – 30/7), 3º Porto (20 – 19/7), 4º Rio Ave (14 – 9/6), 5º Nacional (14 – 10/15), 6º U. Leiria (13 – 13-8) 7º Sporting (13 – 10/8), 8º Marítimo (12 – 13-11).

 

Esta semana teremos jogos das competições da UEFA em que estarão envolvidos o Porto, o Benfica, o Sporting e o Nacional.

Escrito por Roberto Vieira às 02h11
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01/11/2009


NÁUTICO 3 X 2 SPORT

 

De joelhos:

 

N-Á-U-T-I-C-O !!!!!!

Escrito por Roberto Vieira às 20h41
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