Blog do Roberto


O CENTENÁRIO DE FEOLA

 

 

Por ROBERTO VIEIRA

 

 
 
 
Conheci o Feola em 1937. Magrinho, magrinho. Era o dia 30 de novembro, e o Feola chegou em Recife enjoado dos balanços  do navio Ararangua. O Edmundo Toledo levou Feola e os jogadores do São Paulo para o Hotel Avenida, nem chique nem pensão. Ficaram lá recebendo fotógrafos e alguns jornalistas do Jornal Pequeno, do Jornal do Commercio e do Diario.
 
Afinal de contas, era o time da fé.
 
Era curioso ver um time de marmanjos treinado por um menino de 28 anos. O King até que respeitava o Vicente, mas Aníbal e Junqueirinha tratavam Feola como irmão mais velho. O São Paulo vinha chateado com as confusões pros lados da Bahia, mas em Pernambuco as coisas correram tranquilas. Teve festa, dança, futebol e o Felipelli quase se casou.
 
Dois dias depois da chegada veio o primeiro jogo contra o Náutico. Eu fui o local da partida. O verde estádio da Jaqueira. Eu era famoso na cidade. O silêncio das árvores centenárias, velho campo de batalhas holandesas, transformado em campo de futebol. Em vez de espadas, chuteiras e gols. Antes da peleja, Feola ficou chutando a bola de lá pra cá, Feola havia sido um ponta direita nos campos da várzea paulistana. Tão bom que virou técnico. Um Telê Santana precoce.
 
Os olhos do Feola brilhavam quando olhavam para o gramado. Seus sonhos eram pura paixão. Eu já conhecia a seleção brasileira. Juro que fiquei pensando em como seria belo ter a seleção comandada por aquele rapaz apaixonado. Bastava olhar para ele: Feola amava o futebol e o seu São Paulo.
 
O Náutico venceu aquela partida. Um golaço do Celso. Osíris fez milagre num chute do Junqueirinha. Wilson perdeu um pênalti. Feola não gostou do resultado, mas recebeu comovido o abraço dos adversários.
 
Nos dias que se seguiram, o time da fé deu o troco na gente. Os comandados de Feola ganharam do Sport, do Santa Cruz e do Tramways. Dando show de bola.
 
Foi a última vez que vi Feola. Uns vinte anos depois ele chegava ovacionado em Recife. Campeão do mundo. Rechonchudo. Por força de uma escala aérea, Recife foi a primeira cidade brasileira a receber os campeões do mundo de 1958. Teve festa pra Vavá, santo de casa. Mas teve muito papel picado para aquele treinador pacato e bonachão. De longe, eu fiquei feliz. Pois agora eu já não era campo, era lembranças.
 
Como a vida de treinador tem dessas coisas, não posso deixar de mencionar os tristes episódios de 1966. Os jornais pedindo o escalpo do meu amigo. Esquecidos que na vida nem tudo são vitórias. Feola ficou a margem do tempo, como eu mesmo. Os homens me esqueceram também. Eu e a igrejinha perdida na beira do rio.
 
Mas certo dia eu me tornei um parque. Nada de futebol. Nada de namoros indecentes atrás da igrejinha. Eu me tornei um parque. A criançada, e até mesmo os idosos de plantão, nem imaginam que eu já fui teatro. Cenário de vitórias, lágrimas, títulos e desalegrias. Como nem imaginam que justamente nesse domingo, primeiro de novembro, o Feola completa cem anos. Um centenário.
 
As pessoas não lembram do Feola, ou quando lembram, recordam-se daquele senhor gordinho e com olhar perdido no tempo.
 
Eu não.
 
Eu me recordo do garoto de 28 anos que ousou treinar um time de futebol. Um garoto magro e apaixonado.
 
Um garoto que percorreu, com seus pés, o meu gramado num distante dezembro de 1937.
 
Chutou uma bola. Sorriu para noite.
 
Um garoto que hoje completa 100 anos.
 
Como?
 
Feola já se foi?
 
Ah, meu amigo, você pode entender da vida.
 
Mas eu e o Feola entendemos da eternidade...

 




Escrito por Roberto Vieira às 07h24
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O CLÁSSICO DOS CLÁSSICOS

 

Vou para longe do Clássico.

 

Vou bem longe pra Pasárgada.

 

Lá eu não sou amigo do Rei.

 

Mas se amanhã eu ficar bem triste.

 

Triste de não ter jeito.

 

Terei os sonhos que quero.

 

Na cama que escolherei...



Escrito por Roberto Vieira às 07h22
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CURIOSIDADES LOTÉRICAS

           

 

Dessa você não lembra.

 

Aposto.

 

Este foi o primeiro teste da Loteria em Pernambuco.

 

Outubro de 1971.

 

O Jornal do Commercio foi rápido.

 

Organizou o Jobolão.

 

Uma matéria com os palpites do jornal.

 

Para os jogos da semana.

 

Estes foram os palpites do JC.

 

Para aquele teste 62 da Loteria Esportiva.

 

Vejam a curiosidade:

 

No jogo 4, Sport x Palmeiras.

 

A equipe JC cravou convicta a coluna 2.

 

Vitória paulista.

 

E o JC realmente acertou na cabeça.

 

Já no jogo 7, entre o campeão mineiro e pernambucano.

 

A equipe JC cravou coluna 2 de novo.

 

Errou por pouco.

 

O Santa Cruz ficou no empate com o Coelho mineiro.

 

A idéia era boa.

 

Mas a torcida rubro negra não gostou dos palpites.

 

Pra finalizar, uma pergunta meus amigos:

 

Qual foi o primeiro pernambucano a acertar na Loteria Esportiva?

 

Vocês lembram?

 

Ou melhor, alguém lembra?

 

PS: Sei que alguém vai perguntar. Nesse cartão com 5 duplos, o Jornal do Commercio acertou os jogos 2, 4, 5, 6, 9, 11 e 13. 



Escrito por Roberto Vieira às 17h33
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NILSON: O MELHOR GOLEIRO DE PORTUGAL

 

 

Vocês sabem que é o goleirão da foto?

 

Escolhido até o momento.

 

Como o melhor arqueiro da Liga Sagres. 

 

A Série A do futebol português?

 

Pois é, brother!

 

É Nilson do Vitória de Guimarães.

 

Campeão pelo Náutico em 2004.

 

Antigo ídolo do Santa Cruz.

 

Nilson que até deixou de ser careca...



Escrito por Roberto Vieira às 02h21
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LOTERIA ESPORTIVA

 

Estamos chegando no final.

 

Com o Clássico dos Clássicos valendo 20 pontos.

 

Pra quem acertar o placar!

 

Senhores!

 

Façam suas apostas!

 

 

1. Náutico x Sport

2. Internacional x Botafogo

3. São Paulo x Barueri

4. Flamengo x Santos

5. Avaí x Atlético-PR

6. Coritiba x Vitória

7. Goiás x Atlético-MG

8. Santo André x Grêmio

9. Cruzeiro x Fluminense

10. Timbaúba x Santa Cruz

11. Palmeiras x Corinthians

12. Sporting x Marítimo

13. Braga x Benfica (duelo de líderes)



Escrito por Roberto Vieira às 02h17
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VENCEDOR DO BOLÃO EXTRA

 

Com extraordinários 26 pontos.

 

Quase 50% de acerto.

 

O vencedor do Bolão:

 

Mestre Fabiano.

 

Na vice-liderança?

 

Mestre João Carlos com 16 pontos.

 

Em terceiro lugar com 14 pontos?

 

Mestre Robpe e Mestre Lucídio.

 

O Galo?

 

Pegou todo mundo...



Escrito por Roberto Vieira às 02h04
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OS 40 ANOS DE MEDICI

 

 

 

O Brasil anunciava uma usina nuclear.

 

Sabia?

 

Não.

 

Medici assumia o Brasil.

 

O Santa Cruz empatava com a Portuguesa.

 

O Corinthians encaçapava o Botafogo.

 

Pau puro na Argentina e Equador.

 

Na Venezuela.

 

Chavez estava na escola.

 

Venezuela que está na beira do Mercosul.

 

Simonal era ídolo.

 

Ainda não tinham botado ele no ostracismo.

 

Simonal, estrela de uma reunião do Clube dos Lojistas.

 

 

 

 

 

Pelé andava machucado.

 

Pressionado pelo milésimo gol.

 

Sob os 10 credos de Garrastazu.

 

O Brasil era o país do futuro.

 

Mas uma dúvida:

 

Quais os jogadores da foto?

 

 

                       



Escrito por Roberto Vieira às 01h53
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QUEM É O GOLEIRÃO?

                            



Escrito por Roberto Vieira às 01h40
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OS 49 ANOS DE MARADONA

 

 

 

Por ROBERTO VIEIRA

 

 

Muita gente não gosta de Maradona.

 

Anti-atleta.

 

Drogado.

 

Perdido. Lunático.

 

Confundem o artista com a pessoa.

 

Einstein com Albert.

 

Einstein foi genial.

 

Albert foi humano.

 

Pois é, meus amigos.

 

De perto ninguém é normal, diria Caetano.

 

Pra quem não reconhece as limitações do ser.

 

Hoje é o aniversário de Diego.

 

Pra quem entende o menino pobre.

 

Favelado.

 

Deslumbrado com a fama.

 

Um ilusionista da bola.

 

Hoje é o aniversário de Dom Diego.

 

O mais espetacular jogador que o mundo conheceu.

 

Porque Pelé.

 

É de outro planeta, como diria Pepe!



Escrito por Roberto Vieira às 01h13
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A TENDA DO CLÁSSICO

                              

 

 

O Clássico dos Clássicos é como todo jogo.

 

Pode ter três resultados.

 

E o que acontece com cada um dos resultados?

 

A Tenda do Blog explica.

 

Pois os tempos são de bola.

 

De cristal, meus amigos:

 

 

1. Vitória do Sport?

 

O Sport ressuscita com a primeira vitória fora.

 

O Náutico afunda em seus pesadelos.

 

Pode terminar a rodada na lanterna.

 

Só um milagre de Fátima salva!

 

2. Empate

 

Os dois clubes se dão as mãos.

 

O Sport se afoga.

 

O Náutico fica com o tubo de oxigênio.

 

Sem oxigênio...

 

3. Vitória do Náutico

 

O Sport diz adeus.

 

O Náutico ganha sobrevida na UTI.

 

Com uma transfusão do arquirival.



Escrito por Roberto Vieira às 00h52
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O QUARTO EMPATE

               UOL

 

Hoje eu falei no Show de Bola.

 

Era boa a postura de Fred Figueroa de respeito ao Coxa.

 

Pois contra o Santos foi o que se viu.

 

Falei também de outro detalhe:

 

O Coritiba nunca venceu o Sport em Recife.

 

O máximo conseguido foi empatar.

 

Empatar de 1 x 1. Por três vezes.

 

Está lá gravado.

 

Podem repassar a fita.

 

O jogo?

 

Teve dois apagões.

 

No primeiro minuto de jogo.

 

E outro.

 

Particular.

 

Do Sport.

 

Sofrendo o empate com Ariel.

 

Quase levando a virada.

 

Depois foi pressão.

 

O jovem Ciro perdendo a chance da vitória.

 

Tudo perdido?

 

Que nada.

 

Pois se até o Fluminense tem chance...

 

Fluminense que encaçapou o Galo!

 

 

  

 

 

Tem gente achando o Clássico dos Clássicos artigo de segunda.

 

Não!

 

O Clássico dos Clássicos nunca foi tão de primeira.

                 



Escrito por Roberto Vieira às 00h38
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DOM MURICY 4 X 0

 

 

São Paulo e Internacional foi uma pelada.

 

Mas a vitória do Palmeiras foi digna de um campeão: 4 x 0.

 

Hat trick de Obina?

 

Show de Muricy Ramalho.

 

Símbolo de integridade e competência.

 

"... Mirem-se no exemplo"



Escrito por Roberto Vieira às 00h26
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O BAÚ DO ALEXANDRE CARNEIRO

                  

 

Nas viagens do Alexandre.

 

A imagem de um gênio.

 

Preso por desafiar Getúlio e a ditadura.

 

Preso por sonhar um país rico.

 

Preso por ser tão inconveniente como Emília.

 

José Bento Monteiro Lobato.

 

Fundamental.

 

Único.



Escrito por Roberto Vieira às 19h39
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1971: SPORT, CORITIBA E NERUDA

                

 

19 de outubro de 1971.

 

Aeroporto dos Guararapes, 21 horas.

 

A equipe do Coritiba chega elegante.

 

Zagueiro Pescuma a tiracolo.

 

Coritiba que traz entre seus jogadores, o moço de Jurema.

 

Um dos  maiores atacantes da história do nosso futebol:

 

Rinaldo.

 

 

                                

 

 

Rinaldo que acabou com o Sport nas finais do estadual de 1963.

 

Rinaldo que foi comprado pelo Palmeiras.

 

Rinaldo da seleção. Rinaldo agora do Coritiba.

 

O Sport perde de todo mundo.

 

Mas no dia seguinte.

 

Bate o Coritiba por 2 x 1. 

 

Coritiba de Paquito e Tião Abatiá.

 

Sport de Drailton e Duda.

 

Drailton que jogou com a 10.

 

É mole?

 

O primeiro tempo terminou 0 x 0.

 

Porém, Gijo abriu o marcador no início da segunda etapa.

 

E Duda ampliou em cruzamento do mesmo Gijo.

 

Com 2 x 0 no placar, o Sport cozinhou o Coxa.

 

Coxa que diminuiu em gol contra de Almir**.

 

Gol que aparece na manchete do JC.

 

Com o goleiro Tobias no chão.

 

 

            

 

 

Os paranaenses avançaram para as semifinais.

 

Mesmo derrotados.

 

O Sport foi dizendo adeus ao Nacional.

 

Pra quem gostava de literatura, este foi um dia belo.

 

O poeta Pablo Neruda era escolhido para o Nobel.

 

Um pequeno milagre na sala de horrores daqueles anos...

 

Neruda que lembrou do Chile e de Gabriela Mistral.

 

Neruda que não sabia.

 

Ou talvez soubesse.

 

Mas lhe restavam apenas dois anos de versos*...

 

 

                         

 

 

* Se bem que dois anos de versos de Neruda são uma eternidade...

** As revistas e jornais de circulação nacional deram o gol para Tião Abatiá... Pura mutreta.            

 



Escrito por Roberto Vieira às 17h54
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BLOG NO SHOW DE BOLA DA TV UNIVERSITÁRIA

                                                 

 

 

Hoje, meio dia, pós-Caruaru.

 

Estarei no Programa Show de Bola da TV Universitária.

 

Vamos comentar o Clássico dos Clássicos.

 

E quem sabe o show do Leonardo... 



Escrito por Roberto Vieira às 12h28
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VIDA OU MORTE: SPORT X CORITIBA

 

 

 

O Sport nunca perdeu do Coritiba em Recife.

 

Em jogos oficiais foram 9 partidas.

 

Seis vitórias e três empates.

 

Todos por 1 x 1.

 

Mas nunca um Sport x Coritiba foi tão fundamental.

 

Tão transcendental.

 

Porque o Sport também nunca ganhou em Curitiba.

 

Jogo caseiro.

 

De favas contadas.

 

Pra soprar velinhas.

 

Pra comemorar o aniversário do ex-presidente rubro negro Arsenio Meira.

 

Arsenio Meira que aniversariou ontem.

 

Já o Jornal do Commercio de hoje.

 

Confunde em sua capa.

 

Singular e plural.

 

Dizer que uma, e apenas uma , falha derrubou o Náutico.

 

É pecar por singularidade.

 

O que houve no Engenhão foi uma pluralidade.

 

Basta imaginar os programas ou jornais do Rio de Janeiro.

 

Caso a vítima fosse o clube da estrela solitária.

 

Mas fazer o que, né?

 

Vida que segue...

 

 

  



Escrito por Roberto Vieira às 04h04
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SEGUNDA CARTA A PAPAI DO CÉU

                 

 

 

Caro Papai do Céu,

 

Entendi porque não se deve rezar por jogo de futebol.

 

Entendi que o Senhor já lavou as mãos nessa seara.

 

Não irei ocupar mais o Senhor com esses pedidos.

 

Futebol é terra de anjo caído.

 

Mas só um aviso:

 

Mande um exorcista pro Brasileirão.

 

Urgente!

 

Que o Bel está solto por lá.

 

Grato pela atenção,

 

Um alvirrubro

 

 

PS: Na foto, Nivaldo sofre pênalti do goleiro do Botafogo em 1990. Pênalti marcado, diga-se de passagem...



Escrito por Roberto Vieira às 03h31
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CRUZEIRO 3 X 2 SANTO ANDRÉ

 

Em mais um jogo de doido.

 

O Cruzeiro saiu na frente.

 

Sofreu a virada.

 

E virou em cima do Santo André.

 

Agora?

 

Coritiba - 37

Botafogo - 35

Santo André - 32

Náutico - 32

Sport - 29

Fluminense - 27



Escrito por Roberto Vieira às 22h58
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CARTA AO GACIBA: APESAR DE VOCÊ!

                 

 

 

Gaciba,

 

 

A sua arbitragem foi um vexame para o futebol.

 

Um vexame pra quem ama o futebol.

 

O senhor atuou na fronteira da incompetência.

 

Foi o décimo-segundo jogador do Botafogo.

 

Teve medo.

 

Eu repito, medo!

 

De expulsar o goleiro do Botafogo.

 

Compactuou com dois impedimentos inexistentes marcados contra o Náutico.

 

Marcou um pênalti maquiavélico contra o Náutico.

 

Foi determinante no resultado da partida.

 

Pena, caro Gaciba.

 

Que sua atuação vá ficar por isso mesmo.

 

Será ignorada pelas câmeras de TV. 

 

Motivo de riso apenas, não de escárnio.

 

Porque os pernambucanos têm medo dos tribunais do Sudeste.

 

Medo dos juízes do Sul.

 

A diretoria alvirrubra vai fazer cara feia. Será?

 

Quem sabe esbravejar, nos jornais daqui, é bom que se esclareça.

 

Na CBF e no STJD só abraços.

 

Jantares. Drinques.

 

Porque se a gente tivesse vergonha na cara.

 

Você não apitava mais jogo de um time pernambucano.

 

Porém, assim é o futebol.

 

Manda quem pode.

 

Obedece quem não aprende a botar a boca no trombone.

 

Mas o Blog gosta de trombone.

 

Não tome essa carta apenas como algo pessoal.

 

Também é.

 

Mas é também uma crítica ao profissional que você já foi.

 

Profissional que ficou no pretérito.

 

A FIFA que o diga...

 

Quero completar dizendo.

 

Apesar de você, amanhã há de ser outro dia.

 

O Náutico não vai cair.

 

Pois o Náutico nunca precisou te pedir licença para existir.

 

Para ser grande!

 

E a gente vai morrer de rir.

 

Pois o nosso dia há de vir, Gaciba.

 

Muito antes do que você pensa!

 

 

                                                           Roberto Vieira



Escrito por Roberto Vieira às 22h15
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PARABÉNS, GACIBA! VALEU, TUTA! ADEUS, SÉRIE A!

                              

 

 

Em um duelo de dois times limitadíssimos.

 

Ganha quem tem nas mãos o juiz com medo.

 

Delirando.

 

Leonardo Gaciba hoje é um juiz perdido.

 

Mostrou isso não expulsando o arqueiro do Botafogo no primeiro tempo.

 

Mostrou isso concordando com o auxiliar no impedimento de Tuta.

 

Mostrou isso na alegria com que marcou o pênalti alvinegro.

 

Isso é um fato.

 

Contra esse fato não tem argumento.

 

O outro fato é a lamentável atuação de Tuta.

 

Mantido no time porque foi Tuta.

 

Outro fato é o time do Náutico.

 

Que nunca foi time.

 

Que nunca foi Náutico esse ano.

 

O Náutico perde do combinado Botafogo/Gaciba.

 

O Náutico caminha finalmente para sua via-crucis.

 

Anunciada desde o adeus de Felipe.

 

Desde a implosão do departamento médico.

 

Desde os empréstimos inexplicáveis.

 

Desde as contratações atabalhoadas.

 

Desde que o mundo é mundo.

 

O anúncio em breve de uma chapa de oposição pode virar fumaça.

 

Por dois motivos:

 

Primeiro, já era fumaça no seu nascedouro.

 

Segundo, difícil achar alguém pra segurar o rojão da segunda divisão.

 

Resumindo.

 

Parabéns, Gaciba!

 

Valeu, Tuta!

 

Adeus, Série A!

 

Símbolos de um ano pra esquecer.

 

Clássico dos Clássicos?

 

Será disputado num dia apropriado.

 

Quem perder.

 

Chega mais cedo no Dia de Finados.

 

Quem vencer?

 

Chega um pouco mais tarde.

 

Ou quem sabe morrem os dois?

 

Abraçados nos Aflitos?

 

Assistam nas cenas dos próximos capítulos... 

 

 



Escrito por Roberto Vieira às 21h45
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O BLOG NO NENO

                          

 

 

Este que vos escreve.

 

Pensou bem.

 

E vai rezar humilde e solitário no Bar do Neno.

 

Benzendo-se com um caldinho de feijão e uma Coca Zero.

 

Enquanto espera um milagre no Engenhão...

 

Amém.



Escrito por Roberto Vieira às 18h43
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CARTA A PAPAI DO CÉU!

 

                           Bizu 2 x 1 Botafogo

 

 

Caro Papai do Céu,

 

 

Sei que já estou bem grandinho pra esses pedidos.

 

Mas como no futebol brasileiro a justiça é 20/20 em ambos os olhos.

 

- E mora na Cidade Maravilhosa, pertinho do seu filho.

 

Venho por meio desta te fazer um pedido.

 

Não, eu não quero a vitória. Seria pedir demais.

 

Eu gostaria apenas que hoje baixasse o espírito do Bizu no Tuta, Papai do Céu. 

 

Mas baixasse mesmo, umas três vezes, que a nossa defesa é um caso sério.

 

Quem é Bizu?

 

Pensei que o Senhor soubesse!

 

Ah, ainda não chegou por aí!

 

Aí o Senhor só bate bola com o Bita e o Jaminho?

 

Tem problema não.

 

Estou mandando uma foto de 1990, de um jogo contra o Botafogo.

 

O Bizu fez dois gols.

 

Ah, sem ter morrido não dá pra baixar espírito?

 

Então, tá!!

 

Faça um favor, então:

 

O Jorge Mendonça e o Paraguaio estão batendo bola por aí?

 

Então serve!

 

E faz outro favor.

 

Manda o Mané Garrincha e o Didi dormirem mais cedo.

 

Nunca se sabe, né?

 

Valeu, Mestre!!! 



Escrito por Roberto Vieira às 16h14
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DUQUE, CIDADÃO CORINTIANO

           

 

Duque, hexacampeão pernambucano pelo Náutico.

 

Campeão pernambucano pelo Sport e Santa Cruz.

 

Recebe o título de cidadão corintiano.

 

Outorgado pelo Comitê de Preservação da Memória Corintiana.

 

Uma pergunta.

 

Realmente desconheço a resposta.

 

Duque tem título de cidadão pernambucano ou recifense?

 

Porque, com o devido respeito.

 

Ele é mais importante na nossa história.

 

Que a simpática Banda Calypso.

 

 

Foto: Blog do Juca



Escrito por Roberto Vieira às 15h54
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O ESTÁDIO DO MANÉ*

                 

 

 

Por ROBERTO VIEIRA

 

 
 
Ninguém lembra, ninguém.
 
Pode perguntar a quem mora nas casas ao lado.
 
Pode perguntar ao garçom do barzinho na esquina.
 
Ninguém lembra, ninguém.
 
Era uma quinta-feira.
 
23 de julho de 1981. 
 
Um dia de semana qualquer quando Ele desembarcou no Guararapes.
 
Gordo.
 
Inusitadamente anônimo.
 
Entrou num carro a sua espera.
 
Foi olhando a cidade de Recife.
 
Recife onde ele enfrentara Nenzinho.
 
Nenzinho vinha com tudo pra cima Dele.
 
A torcida ria:
 
"Volta Nenzinho que a bola tá com Ele!"
 
Mas seu destino era Paulista.
 
Mais precisamente o Estádio Municipal de Paulista.
 
Em obras.
 
O prefeito Ademir Cunha e o presidente da FPF, Rubem Moreira, presentes.
 
Junto com uma multidão de meninos. 
 
Pobres. Sonhadores como Ele.
 
Ele deu entrevistas.
 
Posou ao lado dos políticos.
 
E plantou a primeira muda de grama do estádio.
 
Mãos sujas. Olhar nos meninos:
 
"Faz tempo que eu não me sentia tão importante num campo de futebol!"
 
As crianças correram para abraçar o velho craque.
 
Ele entrou no carro e partiu.
 
Ninguém lembra, ninguém.
 
Pode perguntar a quem mora nas casas ao lado.
 
Pode perguntar ao garçom do barzinho na esquina.
 
Ninguém lembra, ninguém.
 
O Estádio Municipal de Paulista recebeu o nome de Estádio Ademir Cunha.
 
Por um desses dribles da vida e do futebol.
 
Mas o gramado. Maltratado e de pernas tortas.
 
Não se conforma.
 
Pra quem ama o futebol.
 
O pequeno e acanhado campo.
 
Será sempre o Estádio do Mané!
                                                 
* Hoje é aniversário do Homem!


Escrito por Roberto Vieira às 15h28
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UOL E ZIP

A UOL hoje está como nos piores dias...

 

Perdão.

 

Vamos torcer pra que voltem ao normal.



Escrito por Roberto Vieira às 14h45
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BOLÃO EXTRA

 

A pedidos.

 

Não vale para a Loteria Esportiva.

 

Um Bolão de meio de semana.

 

Cada palpite certo, vitória ou empate, vale 2 pontos.

 

Cada placar acertado vale 10 pontos.

 

Ou seja:

 

Tem que colocar o jogo e o placar.

 

Exemplo de palpite: São Paulo 1 x 1 Internacional. 

 

Deu 1 x 1?

 

O camarada leva 12 pontos.

 

Deu 2 x 2.

 

O companheiro leva 2 pontos.

 

OK?

 

Aqui vão os jogos!

 

Divirtam-se.

 

1. Botafogo x Náutico

2. Cruzeiro x Santo André

3. São Paulo x Internacional

4. Sport x Coritiba

5. Atlético-MG x Fluminense



Escrito por Roberto Vieira às 03h57
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O BOTAFOGO NO CADAFALSO

                             

 

 

Para o Botafogo é vida ou morte.

 

Para o Náutico é o jogo da vida.

 

O Botafogo não venceu nenhum dos candidatos a rebaixamento.

 

Repito: Nenhum.

 

As vitórias do Botafogo nesse Brasileirão.

 

Foram contra equipes que lideram a tabela.

 

O Náutico nas suas quatro últimas partidas contra o Botafogo.

 

Goleou duas vezes nos Aflitos.

 

E empatou uma e perdeu outra no Rio.

 

Contra o Timbu volta o volante Jônatas.

 

Retorna também Léo no lugar de Batista.

 

Lúcio Flávio descansa com o terceiro amarelo.

 

Como Bruno e Nilson no Náutico.

 

Um empate é bom.

 

Pro Sport e pro Santo André.

 

Uma vitória do Botafogo, acende a luz vermelha nos Aflitos.

 

Mas uma derrota do Botafogo é beleléu.

 

Acabou-se.

 

Ah!

 

O Clássico dos Clássicos?

 

Senhores...

 

Um dia de cada vez.

 

Um dia de cada vez...

 

Porque o dia de hoje é de cadafalso.

 

Alvinegro.

 

Cabe ao Náutico puxar o banquinho...



Escrito por Roberto Vieira às 03h45
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1955: NÁUTICO 4 X 2 BOTAFOGO

 

       

                                

1955. O Náutico se consagra campeão pernambucano de 1954. As finais contra o Esporte só ocorreram em fevereiro de 1955, como era comum na época.

 

A máquina alvirrubra ganhava seu quarto título em cinco anos (foto). No gol o fenômeno Manuelzinho. Na zaga Lula e Caiçara. A linha atacante com Ivanildo, Hamilton, Ivson, Rubinho e Jorginho.

 

Os mineiros então convidaram, pela primeira e última vez, um clube do norte-nordeste para disputar o Quadrangular da Cidade de Belo Horizonte, juntamente com Palmeiras, Botafogo e Atlético-MG.

 

O torneio teve inicio em 1948 com a vitória do América-MG. A segunda edição foi vencida pelo Santos em 1951 e em 1952 Cruzeiro e Fluminense dividiram o troféu.

 

Antes de viajar, o Náutico comemorou a conquista vencendo a Seleção Carioca por 2x1 e empatando em 0x0 com o São Paulo.

 

No dia 3 de abril, no Estádio Independência em Belo Horizonte, o Náutico enfrentou o poderoso Botafogo de Garrincha, Dino Costa, artilheiro do Carioca de 1954 com 24 gols e Vinícius, pouco conhecido no Brasil, mas que seria vendido no mesmo ano ao futebol italiano onde estabeleceria um recorde de 25 gols na temporada 64/65, só batido por Van Basten décadas depois.

 

O técnico Silvio Pirilo escalou Celso; Caiçara e Lula; Gago, Cuíca e Nélio; Hamilton, Rubinho, Guedes, Ivson e Jorginho.

 

Vinicius deixou sua marca com 2 gols na meta de Celso.

 

Mas no resto da partida o campeão pernambucano atropelou os cariocas.

 

Ivson, artilheiro do certame estadual em 53 com 15 gols e em 54 com 16 tentos, deixou sua marca. Guedes estufou o barbante também e coube a Hamilton marcar duas vezes completando o escore de 4x2.

 

Para sorte de Dino Costa e Vinicius que brilhariam na velha bota, Caiçara e Lula permaneceram no futebol pernambucano!



Escrito por Roberto Vieira às 03h29
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HOMENAGEM AO EDGAR

 

Li apenas hoje.

 

Lamentável.

 

Mas sempre é tempo pra amizade.

 

Então, publica-se.

 

Aplaude-se.

 

 

EDGAR

 

Por DOMINGOS SÁVIO

 

 

No singelo gesto do seu cumprimento,

nasce a mais alta beleza,

no discreto sorriso ,a maior alegria,

na contida exaltação, o mais bravo guerreiro.

Quem não sabe ainda da tua grandeza,

precisa aprender a enxergar ,

precisa aprender a viver

e ter a certeza de que há homens imprescindíveis.

A mais completa tradução da fidalguia,

a nobreza

do caráter.

somos presenteados

e crescemos,

pessoas melhores

na tua companhia.

 

 

PS - No seu aniversário, caro amigo, só posso dizer; OBRIGADO.



Escrito por Roberto Vieira às 03h12
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MEMÓRIA DO FUTEBOL: CADÊ A SÚMULA?

        

 

 

Dezembro de 1957.

 

O Remo excursionava pelo Ceará.

 

Poderia ser campeão paraense longe de casa.

 

Dependendo do clássico Tuna x Paissandu.

 

Mas o clássico não terminou.

 

Uma briga amazônica rebentou em campo.

 

O árbitro Antônio Bento deu no pé.

 

Só parou de correr quando chegou no Maranhão.

 

Bento que carregou consigo a súmula do jogo.

 

Bento que se recusou a voltar ao Pará.

 

"Sou muito homem, mas não posso com mil!"

 

 

          

                               Bento apavorado

 

 

Mesmo com a prisão de José Pereira da Silva.

 

José Pereira que veio de Castanhal assistir o jogo.

 

José Pereira que invadiu o campo pra linchar o árbitro.

 

Sendo imitado pela multidão paraense.

 

O delegado Orlando Pinto garantia a vida do juiz.

 

Pereira não ia sair do xilindró.

 

Pereira que tinha apostado cinco mil cruzeiros no Paissandu.

 

No Pronto Socorro de Belem, um torcedor esfaqueado.

 

Algumas dezenas de feridos.

 

Bento ficou irredutível.

 

 

          

 

 

Quem foi o campeão?

 

Depois de toda a confusão, deu Payssandu.

 

Bicampeão.

 

O Remo?

 

Soube pelo jornal.

 



Escrito por Roberto Vieira às 19h07
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ENQUETE: BALA NO BALA?

                          

 

Bala desobedeceu Geninho.

 

E mandou bala no pênalti.

 

Pergunto aos comandantes do Blog:

 

1. Bala merece ser multado em 30% do salário?

 

2. Se a bola entra, Bala levava bala?



Escrito por Roberto Vieira às 18h25
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A FARRA DA COPA 2014

               

 

Por ROBERTO VIEIRA

 

 
 
"Há máquinas de felicidade dispendiosas, funcionando com enorme desperdício, e há outras econômicas, que com migalhas da sorte, criam alegria para uma vida inteira..." 

 
 
 
A Copa do Mundo já chegou a Pernambuco.
 
Não.
 
O local do estádio permanece um matagal.
 
Não!
 
O saneamento e a saúde permanecem precários. 
 
Mas nada disso importa.
 
A Assembléia Legislativa de Pernambuco deu o pontapé inicial.
 
No Diário Oficial do último sábado.
 
Aparecem dois projetos de lei criando uma nova comissão temática:
 
A Comissão de Esportes e Lazer.
 
Nada de relocar funcionários, bicho.
 
Decidiu-se criar sete novos cargos comissionados.
 
Dois assessores técnicos.
 
Dois técnicos-auxiliares.
 
Três assistentes de comissão parlamentar.
 
Custo?
 
Uns 150 mil reais anuais.
 
Oposição?
 
Apoiou com entusiasmo.
 
Os projetos devem ser aprovados com urgência urgentíssima.
 
A peneira para os cargos já movimenta a cidade. 
 
A Copa do Mundo já chegou a Pernambuco.
 
Não.
 
O local do estádio permanece um matagal.
 
Não!
 
O saneamento e a saúde permanecem precários. 
 
Mas nada disso importa.
 
Enquanto isso, Joaquim Nabuco se revira no túmulo. Constrangido.
 
Nabuco que desde 1948 dá nome ao antigo Paço da Assembléia.
 
Nabuco que pensava um Brasil, um Pernambuco diferente.
 
Nabuco que, certo dia, escreveu aquela frase lá em cima do texto.
 
Por sabedoria.
 
Ou profecia...

 

 



Escrito por Roberto Vieira às 06h00
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1968: NÁUTICO, BOTAFOGO E MUTANTES

                 

 

Os Mutantes incendiavam o Festival da Canção.

 

Ao som de Caminhante Noturno.

 

Festival que trazia a antológica 'Andança'.

 

Cantada por Beth Carvalho e pelos Golden Boys.

 

Quatro bombas explodiam no Rio de Janeiro.

 

Marcelo Caetano assumia o governo em Portugal.

 

O que não era o mesmo mas era igual.

 

Enquanto isso, naquela mesma noite.

 

O Náutico era um caminhante noturno no Maracanã.

 

Lanterna do Robertão.

 

Crucificado pelo Botafogo de Gerson.

 

Botafogo que devolveu o 4 x 2 de 1955.

 

4 x 2 do Torneio Cidade de Belo Horizonte.

 

No primeiro jogo oficial entre alvirrubros e alvinegros.

 

O segundo jogo oficial?

 

Foi no dia 26 de setembro de 1968.

 

Como foi o jogo?

 

O Náutico era um time ferido.

 

Maltratado pela CBD.

 

Entrara na marra no torneio.

 

Aquele era o sétimo jogo do Timbu no campeonato.

 

Pasmem!

 

O sexto fora de casa.

 

O Náutico empatara com Grêmio e Internacional em Porto Alegre.

 

Porém, perdera para os mineiros no Mineirão.

 

Agora teria a ingrata missão:

 

Enfrentar Jairzinho e Roberto na Cidade Maravilhosa.

 

O Náutico coloca oito jogadores na retranca.

 

Fraga colou em Jair.

 

Limeira em Roberto.

 

Mas aos 8' Carlos Roberto entrou pela meia.

 

Botafogo 1 x 0.

 

Pouco depois, o Papagaio.

 

Gerson entra tabelando e aumenta o marcador: 2 x 0.

 

 

 

 

 

Botafogo cochila?

 

Zé Carlos diminui aos 19': Botafogo 2 x 1 Náutico.

 

Lançamento.

 

Fraga se desequilibra.

 

Roberto passa na velocidade e vence Válter: Botafogo 3 x 1.

 

Faltava o gol do futuro Furacão.

 

Aos 41' Jairzinho dribla toda a defensiva alvirrubra.

 

Dribla Válter.

 

Entra com bola e tudo: Botafogo 4 x 1.

 

Mas o jogo não acabara.

 

Exibindo uma raça incomum.

 

Ramos diminui aos 2' do segundo tempo: 4 x 2.

 

O Náutico avança e obriga o arqueiro Cao.

 

A se tornar o melhor jogador do segundo tempo.

 

Mas falta Bita.

 

Jardel não é Ivan nem Salomão.

 

Ladeira está bem marcado por Leônidas.

 

Paulo César Caju dribla Toinho quando quer.

 

No dia seguinte Saldanha reclama:

 

A política de vender jogador acabou com o Náutico de 1967.

 

Esquece Saldanha.

 

A tabela ingrata.

 

Esquece Saldanha.

 

Que o Botafogo é uma máquina.

 

Dos onze jogadores em campo do lado alvinegro.

 

Quatro serão tricampeões em 70.

 

Mas o tempo é ingrato.

 

Em 1968, o Botafogo seria campeão carioca.

 

Como o Náutico.

 

Depois de 1968?

 

O Botafogo aguentou um tempo.

 

E depois saiu vendendo seus craques. Virou lugar-comum.

 

Lição para o jogo de quarta-feira?

 

OK.

 

O empate é a véspera da derrota...

 

 

    



Escrito por Roberto Vieira às 05h19
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O BODE E A VANDERLÉA

    

 

Maracanã.

 

Cai o último invicto.

 

O Bode encontra a Vanderléa.

 

Quem são os jogadores da foto?



Escrito por Roberto Vieira às 04h47
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CLASSIFICAÇÃO DA LOTERIA ESPORTIVA

 

O Clávio reassume a ponta.

 

Como joga esse Clávio!

 

Mas peraí!

 

É uma pássaro, é um avião?

 

Não!

 

É o Edgar Mattos que vem na reta final.

 

Bela rodada do Erik.

 

Faltou acertar o marcador.

 

Muita gente foi vitimada pela paixão.

 

Outros?

 

Pela razão.

 

Eis a classificação...

 

 

                      1. Clávio Guimarães - 294

 

 

2. André Gustavo - 290

3. Durval Valença - 288

4. Arsenio Meira - 286

5. Newton Pinheiro e Carlos Henrique - 282

7. Erik - 270

8. Edgar Mattos - 262

9. Guilherme Dias - 260

10. Geandre - 256

11. Osvaldo Soares e Washington Vaz - 240

13. João Carlos e Marcos Japiassú – 236

15. Antonio Ricardo - 228

16. Sérgio Oliveira e Lucídio José de Oliveira - 226

18. Houldine - 224

19. Joaquim Herbenio – 218

20. Rafael Alves - 162

21. Robpe - 132

22. Danilo Otoni e Breno Lobo - 130

24. Rafael Medeiros- 126

25. Marssel Vilaça – 122

26. Manuel Oliveira - 84

27. Harold - 70

28. Fabiano - 64

29. Manoel Júlio - 52

30. Fábio Barros - 46

31. Rafael Borba - 36

32. João Víctor - 20

33. Alexandre 74 - 12

34. Carlos Eduardo - 6

35. Sérgio Galvão - 4

36. Alexandre Jorge - 2

 



Escrito por Roberto Vieira às 04h37
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LOST DO BLOG, 3

 

Sofia Loren e Catherine Deneuve nas quartas-de-final.

 

Veias Abertas e 1984 pra ler.

 

Agora moleza!

 

De olhos bem fechados...

 

Lidia ou Nastassya?

 

 

       x  

 

 

Forsyth ou Hemingway?

 

 

                            x  



Escrito por Roberto Vieira às 21h18
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A ÁGUIA ESTÁ IMPOSSÍVEL!

 

 

                                                              Por MANUEL OLIVEIRA

 

Após duas semanas de paragem devido aos compromissos da Seleção Portuguesa e da Taça de Portugal, voltou este fim de semana o campeonato (Liga Sagres).

 

A 8.ª jornada (rodada) começou, como já vem sendo hábito, na 6.ª feira com o Belenenses-Olhanense (0-0), prosseguiu no sábado com os jogos, U.Leiria-Naval (2-0) e Rio Ave-Sp.Braga (1-1), no domingo com o Marítimo-P.Ferreira (3-1), o V.Setúbal-Leixões (1-0) e o Porto-Académica (3-2).

 

Hoje (2ª feira) disputou-se o Benfica-Nacional (6-1) e amanhã disputar-se-á o V.Guimarães-Sporting.

 

Este estender de jogos de 6ª a 3ª feira deve-se às transmissões televisivas e aos jogos do Benfica, Nacional e Sporting para a Liga Europa na 5ª feira.

 

Por falar de Liga Europa, aproveito para referir a "estrondosa" vitória do Benfica por 5-0 sobre os ingleses do Everton, a vitória difícil do Sporting que permitiu praticamente o apuramento para a próxima fase e a derrota do Nacional em Espanha diante do Atlétic de Bilbao por 2-1.

 

Os destaques desta jornada vão para o Rio Ave que travou a série vitoriosa do Braga, para a Académica que apesar de ser lanterna, fez o Porto sofrer até ao fim e os últimos são os primeiros, para a goleada do Benfica perante um adversário que era o 4º colocado à partida para esta rodada.

 

De referir que nesta jornada se registaram diversas estreias de treinadores num campeonato que está a ter mais mudanças de técnicos que o habitual.

 

O artilheiro continua a ser Cardozo (Benfica), agora com 11 gols, seguido de Falcão (Porto) com 7.

 

A classificação após 8 jogos, no que respeita aos primeiros colocados, está assim:

 

1º Benfica (22 pontos – 30/5 em gols), 2º Sp. Braga (22 - 13/4), 3º Porto (19 – 18/6), 4º Sporting (11 – 8/6) menos 1 jogo, 5º Rio Ave (11 – 8/6), 6º Marítimo (11 – 12-10), 7º Nacional (11 – 8/14).

 

Em apenas 8 jogos parece que apenas 3 equipas lutam pelo título.



Escrito por Roberto Vieira às 21h04
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NÁUTICO, A HISTÓRIA EM FOTOS: 1936

 Por CARLOS CELSO CORDEIRO

               

 

 

Esta foto ilustrou matéria da sensacional vitória do Náutico, por 5x0, em cima do Sport, no dia 23/07/1936. Jogo noturno, na Jaqueira.

 

Nela, aparecem apenas 10 jogadores. O 11º jogador, provavelmente, se atrasou para a foto.

 

Mesmo sendo provável, não está claro se a foto foi feita no dia do jogo do Sport ou em alguma partida anterior.

 

No dia dos 5x0, o Náutico alinhou: Epaminondas; Clélio e Salsinha; Haroldo (Sá Leitão), Édson Lima e Raphael de Góis; Zezé Carvalheira, Artur Carvalheira, Fernando Carvalheira, Fernando Costa e Celso.

 

O time do Sport era o seguinte: Muniz; Fernando Rodrigues e Estácio; Mamão, Gelsomino e Amarino; Allemão, Rodolpho, Marcílio Aguiar, Oiticica (Haroldo) e Pedro (Galvão).

 

A goleada alvirrubra foi construída da seguinte maneira:

 

Aos dois minutos, Fernando Carvalheira avança livre e manda a bola branca às redes de Muniz. 1x0.

 

Aos nove minutos, Fernando Carvalheira, novamente ele, recebe de Artur e faz 2x0.

 

Antes de esgotar-se o tempo inicial, Zezé, em longo arremesso cruzado, marca o terceiro tento dos veteranos.

 

No período complementar, Fernando Carvalheira faz o mais lindo gol da noite, o quarto alvirrubro, desviando, com rara inteligência, do alcance do arqueiro rubro-negro, uma bola que Zezé fez chegar aos seus pés.

 

Faltando cinco minutos para o término da partida, Celso se aproveita de forte assédio à meta de Muniz para encerrar a contagem.

 

O juiz, sr. Julio Fernandes, do Tramways, se houve regularmente. Teve falhas, mas em jogos noturnos as arbitragens não podiam ser realizadas com a precisão desejável.

 

Detalhe: O jogo Náutico 5x0 Sport ocorreu dois dias antes do 27º aniversário do primeiro encontro entre ambos.



Escrito por Roberto Vieira às 13h23
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UM BILHETE EM BRANCO

 

Por LUCÍDIO JOSÉ DE OLIVEIRA    

 

 

O site de Valdir Appel, roteiro como sempre bem caprichado, costuma nos levar a agradáveis viagens pelo futebol do passado. Na galeria de foto, o mais recente presente: as capas dos três primeiros números de Manchete Esportiva, uma revista que fazia a cabeça dos torcedores nos anos 50. As fotos do "Dr. Rúbis", da torcida do Mengo, com barrete e toga de doutor, na edição de estréia; Nílton Santos e esposa, dona Abigail, no segundo número. E uma foto inusitada, de tristes recordações, a de Heleno Freitas, no terceiro número. Um flagrante do grande astro caminhando para sua viagem derradeira na sua irremediável condição de interno em um nosocômio para doentes mentais incuráveis.

 

A foto da capa e a reportagem com o doente famoso causaram, na época, revolta. Recebeu em troco duras críticas. Invadia a privacidade do ex-craque, revelando o estado deplorável a que havia chegado, confinado em um hospício de Barbacena, cidade vizinha à sua pequena São João Nepomuceno, onde nascera, no interior de Minas.

 

Heleno cumpria ali os seus últimos dias de doente terminal. Padecia de Paralisia Geral Progressiva, uma das temíveis complicações neurológicas da sífilis. Não passava de um trapo humano, digno de toda comiseração e piedade humanas. A foto de Heleno na capa da revista, o olhar sem expressão, o cabelo em desalinho, não poderia ter sido diferente, causou-me forte emoção. Heleno era um dos meus craques favoritos. E há bem pouco, não completara ainda dez anos, tinha visto desfilar com sua elegância e insuperável pinta de galã pelo gramado da Ilha, em temporada de amistosos do Vasco da Gama no Recife.

 

Aproveito a oportunidade para lembrar o grande craque em uma outra visão também focada em sua personalidade doentia. Heleno de Freitas como personagem de uma crônica do grande Gabriel García Márquez, o que não é pouca coisa. Matéria tirada de Textos do Caribe, coletânea em três volumes dos escritos de García Márquez no início de sua carreira de jornalista no diário El Universal, de Cartagena. Uma coisa e outra, a capa da Manchete e a crônica, fragmentos do novelo partido de Ariadne sem serventia ou salvação para Heleno.

 

Eis o que escreveu García Márquez:

 

"Os dirigentes do Junior, de Barranquila, mais uma vez trouxeram o advogado brasileiro aos campos colombianos, e com isso demonstraram possuir um inteligente conhecimento da psicologia coletiva. Um público que paga para ver um espetáculo de qualidade é, de certa forma, um público sem esperança, ao qual nenhuma atração promete o futuro. No entanto, sendo Heleno o que está na proa, todo torcedor vai ao estádio como quem leva no bolso um bilhete inteiro de loteria. Porque com Heleno, não existe meio termo; ou, pelo menos, o público não quer isso dele. Se se comporta como um charlatão, o público sabe que comprou um bilhete em branco que lhe dá a oportunidade de vaiar. Em nenhum caso uma partida da qual participe Heleno, tem a oportunidade de se transformar num logro, porque vaiar, da mesma maneira como aplaudir, é uma forma coletiva de reconhecer um fato."

 

Vale refletir, nas tardes de derrota, sobre o texto do grande escritor. Vale também para os tempos bicudos de maré baixa.



Escrito por Roberto Vieira às 13h17
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A LOTERIA PROMETE

 

Até que pensei computar.

 

Mas o amanhã é árduo.

 

Chequei quem acertou o marcador:

 

Breno Lobo.

 

Clávio Guimarães.

 

Edgar Mattos.

 

Houldine.

 

Manuel Oliveira.

 

Faturaram 10 pontos com o 2 x 1 do Timba.

 

Acho que amanhã muda o líder.

 

Mas a liderança permanece rubro negra, risos...

 

Um aviso:

 

O Clássico dos Clássicos do domingo.

 

Valerá 20 pontos pra quem acertar o placar!

 



Escrito por Roberto Vieira às 23h38
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MESTRE DURVAL, NÁUTICO E GOLDEN GATE

          

 

Festa alvirrubra em San Francisco!

 

Em plena Golden Gate.

 

Mestre Durval Valença!

 

"... I wasn't born there, perhaps I'll die there,

there's no place left to go!"

 

Imagine isso aí no verão de 1967!

 

Pois é...



Escrito por Roberto Vieira às 23h30
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A PROBLEMÁTICA DE TARDELLI

 

 

 
Por ROBERTO VIEIRA
 
 
 
9 de dezembro de 1971.
 
A bola veio alta.
 
Cruzada por Humberto Ramos.
 
Dadá Maravilha flutuou no ar.
 
1 x 0.
 
O Atlético-MG era campeão brasileiro.
 
Médici sorriu:
 
"Meu garoto!"
 
João Saldanha soltou um palavrão:
 
"Esse cara vive me perseguindo!"
 
Era o décimo-quinto gol do primeiro artilheiro do Nacional.
 
Um artilheiro saído da prisão para o Maracanã.
 
Dario que foi convocado pra seleção de 70 porque fazia milhares de gols.
 
Tão falsa como a versão da imposição do seu nome pela ditadura da época.
 
Foi a foto do gol de Dario na partida decisiva no Maracanã.
 
Foto que vira e mexe ilustra a partida contra o Botafogo.
 
Até hoje malandro jura que a foto acima é imagem do gol.
 
Gol marcado na outra barra do Maracanã. Quando já era noite.
 
Fazer o que?
 
Os anos se passaram.
 
Reinaldo chegou e ficou na memória. Gênio.
 
Reinaldo que chegou a formar dupla de área com o beija-flor.
 
Mas o título nacional foi recusado ao Rei.
 
Guilherme também. Chegou e partiu. Brasileirão?
 
Não deu.
 
24 de outubro de 2009.
 
O lançamento longo encontra Tardelli na cara do gol.
 
Um toque sutil. A bola descansa mansa nas redes baianas.
 
1 x 0.
 
O Atlético-MG volta a sonhar com a solucionática.
 
Tardelli ultrapassa a marca de Dario em 1971. 
 
O Galo vai ser campeão? Só o futuro pode responder.
 
No dia 6 de dezembro no Mineirão. Quase 38 anos depois.
 
Será que o Galo vê o título distante como nos tempos de Reinaldo e Guilherme?
 
Ou será que o Atlético, parodiando o Rei Dadá?
 
Aprendeu a dolorosa lição do futebol:
 
Não existe título feio nem bonito.
 
Feio?
 
É não ser campeão! 
 
 
 
 
Em tempo: Pra quem gosta do reino das coincidências. Em 1999, Guilherme igualou o recorde de 28 gols de Reinaldo no Brasileirão 1977. Ambos artilheiros e vice-campeões. Quer mais? O técnico do Galo nas finais de 1999 era... Humberto Ramos, aquele mesmo do cruzamento para Dario em 1971.
                      
                               Humberto Ramos                                 


Escrito por Roberto Vieira às 23h01
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QUIZ DO TRIO

          

 

Meio campo dos sonhos.

 

Pergunta:

 

Eles chegaram a jogar juntos?



Escrito por Roberto Vieira às 21h35
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QUIZ DO 10

            

 

Quais os dois camisas 10?

 

Qual o resultado deste jogo?



Escrito por Roberto Vieira às 21h33
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QUIZ DO WING

         

 

Qual a dupla da foto?



Escrito por Roberto Vieira às 21h31
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QUIZ DO CENTER-FORWARD

          

 

Quem é o sucessor de Bita?



Escrito por Roberto Vieira às 21h29
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QUIZ DOS GRANDES BOXEADORES

                          

 

Um dos maiores boxeadores da história.

 

Pra desanuviar do futebol:

 

1. Qual o nome da fera?

 

2. Qual a nacionalidade dele?



Escrito por Roberto Vieira às 21h28
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CINCO PRA UMA

 

Lá em cima:

 

Palmeiras, Galo, Inter, São Paulo e Flamengo.

 

Indefinidos.

 

Lá embaixo:

 

Botafogo, Náutico, Santo André, Sport e Fluminense.

 

Embolados.

 

Cinco pra uma.

 

Palpite?

 

Nenhum.

 

Nem feliz, nem infeliz...

 

 

                       



Escrito por Roberto Vieira às 21h07
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O TORCEDOR IMORTAL

                                  

 

 

Eram decorridos trinta e poucos minutos.

 

Alcidésio desabou no Mercado de Casa Amarela.

 

O pênalti de Bala viajava pra estratosfera.

 

Ligaram pra mim:

 

"Acho que dessa ele não passa!"

 

O árbitro anulou um gol legal.

 

André Luís pugilou Juliano.

 

E eu rezava pela alma do apaixonado alvirrubro.

 

Ligaram pra mim. Desta vez da Restauração:

 

"Acordou e perguntou pelo resultado do jogo!"

 

Menos mal.

 

Alcidésio continua como a torcida do Náutico e o time...

 

Imortal!

 



Escrito por Roberto Vieira às 11h13
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