Blog do Roberto


30/01/2012


TORNEIO PHILIP MARLOWE

 

 

1. LUCIDIO JOSÉ DE OLIVEIRA - 9

2. LUCÍOLO FERRAZ E CARLOS CELSO CORDEIRO - 8

3. CARLOS LEITE E ANTONIO RICARDO - 4

4. GUILHERME PIRES, EDGAR MATTOS, MANOEL JÚLIO, GEANDRE E OSVALDO SOARES- 3

5. J. PIRES, ELVIMARIO ARAÚJO, ANDRÉ GUSTAVO E ANTONIO RODRIGUEZ - 2

6. FRANCISCO AURÉLIO, DURVAL VALENÇA, GUILHERME DIAS E VANILDO AVELINO DA MOTA - 1

 

 

 

Pela regra.

 

Ganha quem fizer 10 pontos.

 

Primeira final?

 

Amanhã 20 horas.

 

Porque hoje.

 

A gente curte Mestre Carlos Celso Cordeiro.

 

Na Vintage Hamburgueria.

 

Conversando sobre 'Reis do Futebol em Pernambuco'.

 

Com os craques da Transamérica... 

 

Escrito por Roberto Vieira às 13h50
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SAUDADE NÃO TEM IDADE

 

 

Corria o ano de 1948.

 

O futebol nordestino nem completava 50 anos.

 

Mas dois mitológicos cronistas esportivos.

 

Já falavam com saudade do futebol de seu tempo.

 

Hélio Pinto e Miguel Sales.

 

Pernambuco e Ceará.

 

Nem desconfiavam quanta bola ainda ia rolar... 

Escrito por Roberto Vieira às 13h43
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PENSAMENTO DO DIA

 

Existem vitórias e derrotas.

 

Vitórias que embriagam.

 

Derrotas que ensinam.

 

Mas é preciso humildade para aprender...

Escrito por Roberto Vieira às 10h21
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29/01/2012


A DESCOBERTA DE SILOÉ

 

 

Rápido.

 

Corajoso.

 

Bom driblador.

 

Atacante com 'A' maiúsculo.

 

Siloé sozinho bagunçou a Ilha.

 

A derrota dói na alma.

 

Mas hoje.

 

Dia em que sentiu-se falta de Rogério.

 

Hoje foi dia da descoberta de Siloé.

 

Kuki!

 

Capricha nas lições!!

 

Siloé vai dar muita alegria aos Aflitos...

 

Escrito por Roberto Vieira às 20h13
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FINAL - SPORT 4X3 NÁUTICO - O MELHOR JOGO DO ANO NO BRASIL

 

 

O primeiro tempo.

 

Foi o jogo da soberba alvirrubra.

 

O jogo da velocidade de Marcelinho Paraíba.

 

Novela repetida tantas vezes.

 

A zaga timbu em ritmo de carnaval.

 

Os volantes?

 

Deixaram Marcelinho a vontade.

 

Em 15 minutos?

 

Sport 3x0.

 

O Náutico chegou a diminuir com Souza.

 

Bela cobrança de falta.

 

Mas a soberba sempre cobra seu preço.

 

Cascata e Derlei não disseram a que vieram.

 

Eduardo Ramos?

 

Entrou em campo?

 

O Sport?

 

A garra e vontade de vencer de sempre.

 

Na segunda fase.

 

Um jogo mais equilibrado.

 

Siloé jogando muito.

 

E o Sport aproveitou mais uma bobeira Timbu: 4x1.

 

Tinha torcedor alvirrubro chorando... de raiva.

 

Eis que Jefferson desfere um petardo de direita: 4x2.

 

Jefferson que é expulso na sequencia.

 

Fazendo companhia a Montoya.

 

O Náutico luta.

 

Sonha.

 

Tenta acordar do pesadelo na Ilha.

 

Lenon atira.

 

A bola desvia de Magrão.

 

E entra devagarinho no canto: 4x3.

 

O jogo está em aberto.

 

O Sport dá chutão.

 

O Timbu cerca o cangote do Leão.

 

Nervos a flor da pele.

 

Náutico com 61% de posse de bola.

 

O tempo vai passando.

 

O tempo é cruel.

 

Senhor de todas as horas e dos 90 minutos.

 

O tempo não perdoa.

 

O Sport sente o gosto da vitória.

 

Um Clássico dos Clássicos épico.

 

A torcida alvirrubra guarda as bandeiras imaginárias.

 

O Salgueiro é líder.

 

Salgueiro que pega o Sport em casa na próxima rodada.

 

O melhor jogo no Brasil em 2012?

 

Aconteceu aqui pertinho.

 

Como fica o campeonato?

 

Se fosse em pontos corridos?

 

O Náutico seria o grande candidato.

 

No mata-mata final?

 

Sport e Santa levam vantagem.

 

Mata-mata exige humildade, meus senhores.

 

Coisa que o Náutico esqueceu nos Aflitos...

 

 

NOTA DO BLOG - E onde andará o dente do Marcelinho Paraíba?

Escrito por Roberto Vieira às 17h49
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CHEGANDO LÁ DA ILHA...

 

 

Cheguei agora da Ilha do Retiro.

 

Palco do Clássico dos Clássicos de hoje.

 

Com o passe de letra dos Mestres Arsenio Meira, pai e filho.

 

Graças ao lançamento do Coronel Cerqueira.

 

Graças ao toque de bola de Mestre José Alves.

 

Paulão e Ângela estão coordenando a panfletagem 

 

dos 'Reis do Futebol em Pernambuco'.

 

A todos estes grandes rubro negros,

 

o nosso MUITO OBRIGADO.

 

Na quarta feira os panfletos passearam nos Aflitos.

 

Após tabelinha com os Mestres Carlos Henrique e Eduardo Moraes.

 

após apito final do presidente Paulo Wanderley.

 

MUITO OBRIGADO, novamente.

 

Falta apenas o Santa Cruz.

 

Com quem será que eu falo?

Escrito por Roberto Vieira às 15h08
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VENCER OU NÃO VENCER?

 

 

Logo mais, o Sport deve igualar o grande feito alvirrubro.

 

(Ou não?)

 

Dezessete partidas invicto em casa.

 

Em Clássico dos Clássicos.

 

Nos anos 60.

 

Algumas gerações Timbus.

 

Botaram a perder uma bela história de triunfos e alegria.

 

Medo da Ilha?

 

Nunca tive.

 

Estava lá em 2009 na final.

 

Estive em outros jogos decisivos.

 

É apenas um bocado de grama cercado de vermelho e preto.

 

O Sport também esqueceu como é vencer nos Aflitos.

 

Aflitos que é apenas um bocado de grama cercado de vermelho e branco.

 

Ou será que não é bem assim?

 

Será que existem mais coisas entre o céu e o gramado

 

do que supõe nossa vã filosofia? 

 

Fantasmas e correntes, Ricardos e Cláudios e Gertrudes?

 

Shakespeare gostava de futebol por causa do drama.

 

Esse drama inerente em cada vida humana.

 

Mas no tempo de Shakespeare

 

futebol era jogado com crânios.

 

A vitória significava a traição de Desdemona.

 

Iago?

 

Era o diabólico dirigente adversário.

 

Sempre a tramar em nossas paixões.

 

Shakespeare curtia tudo isso.

 

Shakespeare que poderia ter escrito sobre o Náutico.

 

Náutico que busca voltar a vencer na Ilha:

 

'Vencer ou não vencer, eis a questão!'

 

 

Escrito por Roberto Vieira às 11h03
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BLOG DO FRANCISCO MIRANDA

 

Craque na escrita.

 

Grande conhecedor do passado e da Segunda Guerra.

 

Coloquei nos favoritos.

 

O Blog do Francisco Miranda:

 

http://chicomiranda.wordpress.com/

 

Show de bola.

 

Mestre Rigoberto colabora com o espaço.

 

Eterna homenagem aos heróis dos anos 30/40.

 

Tempo em que o coração falava mais alto que o bolso...

 

Pra quem duvida da imensa qualidade do espaço.

 

Uma imagem do Blog.

 

Imagem que vale mais que mil palavras.

 

Coke?

 

Is it, brother!!!

 

 

Escrito por Roberto Vieira às 04h20
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O VIGÉSIMO OITAVO

 

 

Esta semana.

 

Garrincha foi eleito o vigésimo oitavo melhor jogador da história.

 

Pela revista Sports Illustrated.

 

O que apenas comprova uma triste realidade.

 

O que tem de oligóide escrevendo sobre futebol é uma enormidade...

 

Pelé?

 

Ficou em quarto.

 

Escrito por Roberto Vieira às 04h10
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TRAGAM OS INGLESES!

 

 

Por ROBERTO VIEIRA

 

 

Observem a foto.

 

1950.

 

M. Reader orienta os árbitros da Copa de 1950.

 

Aulas e mais aulas.

 

Mario Vianna não estava presente.

 

Pois bem.

 

1948.

 

Os brasileiros sonham com a Taça Jules Rimet.

 

Mas a arbitragem brasileira é uma piada de mau gosto.

 

Solução?

 

Importam-se árbitros ingleses

 

- a libra esterlina andava em baixa.

 

O futebol nacional treme.

 

Bola na mão não é mão na bola.

 

Tiro de meta não se bate com as mãos.

 

Juiz e diagonais.

 

Dirigente não apita jogo.

 

Jogadores e torcida assistem um novo desporto.

 

Só tinha um problema.

 

Os árbitros ingleses apitavam corretamente.

 

O que?

 

Isso mesmo.

 

Os árbitros ingleses marcavam todos os pênaltis.

 

Todas as faltas.

 

Não olhando se a camisa era do Madureira ou do Flamengo.

 

Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!

 

Em 1949, um deles eteve em Pernambuco.

 

Apitando a breve excursão do Vasco da Gama ao Recife.

 

Mister Barrick foi manchete de jornal.

 

Deu entrevista ao futuro doutor Laudenor Pereira.

 

Inglês impecável.

 

Misto de repórter e estudante de medicina.

 

Detalhe.

 

Mister Barrick recebera bilhete azul da CBD.

 

Era certinho demais.

 

Aprendidas as lições.

 

Mister Barrick e seus colegas resistiam em aplicar o jeitinho brasileiro.

 

Em Recife?

 

Mister Barrick também recebeu críticas.

 

Tinha-se que proteger os heróis do apito em Pernambuco:

 

Sherloque, Palmeira, Harry Leça.

 

Todos craques dirigindo os clássicos estaduais.

 

Honestíssimos.

 

Mas a cronica esqueceu que havia os discípulos.

 

Discípulos que rezavam por um testamento diferente.

 

O que isso tem a ver com 2012?

 

Isso mesmo!

 

A arbitragem pernambucana e nacional necessita tomar um choque.

 

Uma revolução.

 

Profissionalização total.

 

Se necessário?

 

Tragam os ingleses...

 

Os alemães.

 

Os italianos...

 

Os joelhos do futebol agradecem. 

 

 

 

Escrito por Roberto Vieira às 04h01
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28/01/2012


E O SANTA PERDEU...

 

Todo castigo pra quem bota Renatinho na reserva?

 

É pouco...

Escrito por Roberto Vieira às 21h00
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TORNEIO PHILIP MARLOWE

 

 

Qual o match?

 

Quem está passando mal?

Escrito por Roberto Vieira às 16h32
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TORNEIO PHILIP MARLOWE

 

 

Quem somos nós?

Escrito por Roberto Vieira às 16h03
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O CLÁSSICO MUDOU DE NOME

 

Checando o passado.

 

Pensando em Rogério.

 

Acho que o Clássico da Técnica e Discilplina está mudando de nome...

 

 

Escrito por Roberto Vieira às 12h14
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COLUNA DO LUCÍDIO - O SONHO ACABOU

 

Por LUCÍDIO JOSÉ DE OLIVEIRA, MDM

 

 

Revolta. Desânimo. Por que o futebol desde menino para fazer o tempo passar? Poderia ter sido diferente. Poderia ter nascido em outro país. Em terra mais civilizada. Mas teria perdido Orlando, ídolo da infância, Ivson, Bita, Zizinho, Heleno, Pagão, Pelé, Falcão, Sócrates, Cláudio e Luizinho em show memorável na Ilha do Retiro no tempo do sonho. Salomão e Ivan. Rinaldo. Nado. Jorge Mendonça e Juca Show. O futebol me deu muitas alegrias. Agora, no entardecer, está melancólico. Resta Messi, Xavi e Iniesta distantes. Um outro mundo. Distante, realmente distante. Hipocrisia, sujeira, tristeza. Como aceitar coisas do futebol, jogo para homens, cenas deploráveis que ameaçam a carreira de um jovem, o sonho decepado ao nascer, nati-morto? Balela. Hipocrisia. "O Maneco foi na bola..." Não houve intenção de atingir Rogério". "Apenas força excessiva, Maneco foi imprudente..." Como desconhecer que o carrinho, qualquer carrinho, de frente, de lado, por trás, põe em risco a integridade física do adversário, um companheiro de profissão? Foi banido pela Fifa. Já existe o consenso: é uma ato criminoso. Inaceitável em qualquer circunstância. Imperdoável. Palavra do árbitro: "Peço desculpa a Rogério. O culpado foi Maneco..." E ele não está ali para julgar e punir? Lembro a charge de Ziraldo, a lâmina da espada atravessando o peito: "Só doe quando eu rio..." Muita gente acredita piamente que tocando primeiro na bola, tudo é permitido. Torcedores, locutores, analistas e até jogadores e árbitros. Uma calamidade! Então, primeiro a bola, depois pode quebrar. Primeiro a bola, o salvo-conduto. O habeas-corpus preventivo. Como um árbitro credenciado pode pensar assim? E quem lhe credenciou, o que pensa? Todos irresponsáveis, na verdade responsáveis pelos seis a oito meses sem Rogério, pelos meses de Rogério sem a bola, sem o gol. Revolta. Desânimo. O campeonato, qualquer que seja o seu final, não tem mais graça. O futebol perdeu a sua pureza. Nós, torcedores alvirrubros, perdemos uma das alegrias de cada rodada: o drible de Rogério − a pequena fagulha iluminando a jogada que pode terminar em gol.

 

Escrito por Roberto Vieira às 11h58
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27/01/2012


DOUTOR, SERÁ QUE VOLTO A JOGAR?

 

Por ROBERTO VIEIRA

 

 

O caso Rogério entristeceu a todos.

 

Todos que amam o futebol.

 

Todos de qualquer religião.

 

Rogério é um menino pobre, carente,

 

sem estudos e com sonhos, muitos sonhos.

 

Como milhões de outros meninos nesse Brasil de prédios que caem.

 

Como milhões de outros meninos nesse Brasil de cracolandias,

 

cola de sapateiro e bola na rede.

 

Ligamento cruzado.

 

Rogério se pergunta na noite longa desta semana:

 

"O que será um ligamento?"

 

"O que será de mim?"

 

O futebol brasileiro é mais cruel que a vida.

 

Pois a vida do pobre que não faz gol é uma porcaria.

 

Mas a vida do pobre que faz gol é uma porcaria com sonho.

 

Uma porcaria com visto de saída para o paraíso.

 

A entrada violenta de Maneco mudou tudo isso.

 

Onde antes havia a certeza do gol,

 

habita agora a incerteza da cirurgia:

 

"Doutor, vou ficar bom?"

 

Os pobres meninos desse Brasil poderoso,

 

sexta potencia econômica do globo,

 

os pobres meninos não estão preparados para o ligamento cruzado.

 

Analfabetos funcionais.

 

Arrimos de família.

 

Navegantes do mar bravio.

 

Eles desconfiam do fim do mundo nas Tordesilhas.

 

Mas sempre acreditam que as Índias estarão lá.

 

Nos próximos meses, Rogério irá chorar muitas vezes.

 

Como Hélios, Alarcons, Mirandinhas e Jadílsons choraram no passado.

 

Como chorou Tostão.

 

Mas Tostão conhecia os ligamentos cruzados desse mundo.

 

Tostão conheceu as salas de aula.

 

A professora Lúcia.

 

Tostão disse adeus ao futebol.

 

Para dizer olá ao Doutor Eduardo.

 

Os Rogérios dessa vida não têm essa sorte.

 

Os Rogérios do nosso futebol podem apenas sussurar.

 

Desesperados.

 

"Doutor, será que volto a jogar?"

Escrito por Roberto Vieira às 18h05
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O CASO ROGÉRIO - 2. ALMIR X HÉLIO

 

 

Almir Albuquerque era o menino de ouro do Vasco.

 

Promessa tirada de Pernambuco na adolescencia.

 

Afilhado de Bellini.

 

Almir foi na onda da Cidade Maravilhosa.

 

E entrou pra rachar em Hélio do América-RJ.

 

Conclusão?

 

Hélio inutilizado para o futebol.

 

Almir ganha fama de marginal.

 

Fama que persegue sua carreira.

 

Exceto por um instante.

 

No Sulamericano de 1959.

 

Quando a garra de Almir contra os uruguaios.

 

Faz de Almir, ídolo nacional.

 

Porrada nos outros?

 

É resfresco.

 

 

Escrito por Roberto Vieira às 14h56
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LOVE TEARS

 

 

Emoção ou empulhação?

Escrito por Roberto Vieira às 12h43
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BLOTERIA Nº 5

 

O primeiro Clássico dos Clássicos vale muito...

 

 

1. Sport x Náutico

2. Sport x Náutico

3. Sport x Náutico

4. Araripina x Santa Cruz

5. América x Belo Jardim

6. Ypiranga x Porto

7. Central x Petrolina

8. Serra Talhada x Salgueiro (acabou o encanto do Serra...)

Escrito por Roberto Vieira às 07h38
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O CASO ROGÉRIO - 1. ALARCON X TOMIRES

 

 

A foto faz parte do acervo do MDM Valdir Appel.

 

Alarcon e a bolsa de gelo.

 

Alarcon quebrado por Tomires.

 

Na terceira partida da melhor de três do carioca de 1955.

 

Partida que ocorreu no dia 4 de bril de 1956:

 

Flamengo 4x1 América-RJ.

 

Tomires.

 

Velho conhecido dos recifenses.

 

Detalhe.

 

Quatro dias antes,

 

o Flamengo havia sido humilhado pelo América.

 

Um acachapante 5x1 no Maracanã.

 

 

 

 

A felicidade do meia paraguaio Alarcon.

 

Deixou Tomires possesso.

 

Nas tribunas do Mário Filho.

 

O presidente JK franzia a testa:

 

"Cuidado, América!

 

Cuidado com as chuteiras dessa vida..."

 

 

 

 

 

Escrito por Roberto Vieira às 00h05
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26/01/2012


MOZART E AUSCHWITZ

 

 

 

Poderia falar sobre Mozart.

 

Poderia.

 

Mas Mozart não foi feito para a palavra.

 

Mozart é música.

 

O ponta direita do trio imortal com Bach e Beethoven.

 

No dia 27 de janeiro de 1945,

 

tropas russas chegaram a Auschwitz.

 

Muitos soldados largaram suas armas em prantos.

 

Que a pátria de Mozart seja a  terra de Hitler.

 

É destes dilemas insolúveis da alma.

 

Mozart e Auschwitz.

 

O mesmo dia.

 

A trágica melodia da infernal comédia humana... 

 

Como pensar em Mozart, menino prodígio,

 

sem imaginar os meninos encarcerados em Auschwitz?

 

 

 

Escrito por Roberto Vieira às 22h43
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A COLUNA DO MANUEL - DE VOLTA, PÁ!!!

 

Por MANUEL OLIVEIRA

 

 

 

 

Depois duma longa ausência, estou de volta com as crónicas do campeonato português. Campeonato muito equilibrado entre Benfica e FC Porto, os mais titulados do futebol português.

Vou começar por fazer um breve comentário sobre o 1º turno.

O campeão em título FC Porto, entrou nesta época com novo treinador (Vítor Pereira), o antigo adjunto de Villas-Boas que se transferiu para o Chelsea, enquanto o Benfica manteve pela 3ª época consecutiva o treinador Jorge Jesus, coisa que não acontecia há 18 anos. Por sua vez o Sporting contratou Domingos Paciência, ex-treinador do Sp. Braga, onde fez um excelente trabalho nas duas épocas em que lá esteve. O Sporting de Braga contratou para o lugar de Domingos, um técnico jovem chamado Leonardo Jardim que vem conseguindo manter a boa fase bracarense. Por falar de treinadores, esta época todos os clubes têm treinadores portugueses, o que vem demonstrar que são reconhecidos. Além destes 16 na Liga Portuguesa, ainda há José Mourinho (Real), Villas-Boas (Chelsea), Jesualdo Ferreira (Panatinaikos-Grécia), Carlos Carvalhal (Besiktas-Turquia), Jorge Costa (Cluj-Roménia) e muitos outros em diversos países como China, Vietname, Angola, Moçambique, etc.

O actual líder Benfica teve 3 empates (Gil Vicente, FC Porto e Sp. Braga), todos fora de casa, enquanto o FC Porto teve 4 (Feirense, Benfica, Olhanense e Sporting).

No passado fim de semana começou o 2º turno com a realização da 16ª rodada, cujos resultados foram os seguintes:

 

(20-01) - Académica 0-0 UD Leiria

(21-01) - Beira-Mar 1-2 Marítimo

(22-01) - Nacional 2-0 Feirense

(22-01) - P. Ferreira 2-1 V. Setúbal

(22-01) - SC Braga 2-1 Rio Ave

(22-01) - FC Porto 3-1 V. Guimarães

(22-01) - Benfica 3-1 Gil Vicente

(23-01) - Olhanense 0-0 Sporting

 

Os resultados podem ser considerados normais, mesmo o empate do Sporting em Olhão porque a equipa vem vacilando nas últimas rodadas.

Na frente da classificação tudo na mesma, Benfica continua 1º, agora com 42 pontos, seguido do FC Porto com 40, do Sp. Braga com 34, do Sporting e do Marítimo com 29 e do V. Guimarães com 20 pontos.

Na artilharia, o paraguaio Cardozo (Benfica) continua na liderança, agora com 12 gols, seguido de Baba (Marítimo) com 10, mas já transferido para o Sevilha na semana passada, por isso não entra mais nas contas para vencer o troféu.

 

Na próxima rodada (17ª) o Benfica e o Porto jogarão fora de casa, respectivamente contra Feirense e Gil Vicente. Existe a expectativa de algum, ou os dois, perderem pontos. 

Escrito por Roberto Vieira às 21h05
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LENDAS ALVIRRUBRAS - 28. O VÔO DE NANCILDO - O ROGÉRIO DOS ANOS 60

 

 

Por ROBERTO VIEIRA

 

 

Dois minutos de jogo.

 

A bola vem rasteira.

 

O craque alvirrubro Nancildo vai na bola.

 

E no segundo seguinte voa pelos ares dos Aflitos.

 

Osvaldo deu um carrinho sem pé nem cabeça.

 

Nancildo sentiu a dor.

 

A mente do futuro engenheiro imaginou-se em órbita.

 

O árbitro Sebastião Rufino marcou falta.

 

Nnancildo foi atendido.

 

E com ruptura nos ligamentos da clavícula voltou ao jogo

 

- Beckembauer de Rosa e Silva.

 

Pois Nancildo era - e é - um bravo.

 

Mas ficou 60 dias no estaleiro.

 

Mercê da violencia dos adversários.

 

O técnico Gentil Cardoso botou as mãos na cabeça.

 

Vida que segue.

 

O Náutico perdeu o bicampeonato.

 

E o Sport Club do Recife sagrou-se campeão de 1961. 

 

Violencia de lado.

 

Teve até charge do cosmonauta alvirrubro...

 

Pensando nos dias de hoje.

 

Mestre Nancildo pertencia a classe média.

 

Tornou-se engenheiro.

 

Já o nosso Rogério deve estar pensando:

 

"O que será de mim sem o futebol?"

 

 

 

 

NOTA DO BLOG - Um dos depoentes do livro 'Reis do Futebol Pernambucano', Mestre Nancyldo Nepomuceno estará na mesa de debates do lançamento da obra dia 3 de fevereiro de 2012, na Fundação Joaquim Nabuco, Casa Forte.

Escrito por Roberto Vieira às 15h19
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POBRE ROGÉRIO!

             Foto/Globo Esporte

 

 

Por ROBERTO VIEIRA

 

 

'O futebol é jogo pra homem'

 

Esporte bretão!

 

Mas a entrada de Maneco em Rogério não é entrada viril.

 

Não é exemplo de raça.

 

Não é nada mais que a mais rudimentar violencia.

 

Uma jogada na lateral do campo.

 

Um jovem com sonhos.

 

Com miséria no passado.

 

Com muita bola no pé.

 

Um jovem sendo levantado no ar por um carrinho inesperado.

 

Traiçoeiro.

 

Pré histórico.

 

Não.

 

Não estou escrevendo isso por ser alvirrubro.

 

Qualquer entrada deste nível merece repudio.

 

Porque ameaça a integridade física de um atleta.

 

Porque pode significar o fim do sonho.

 

Para quem tem apenas o futebol pra sonhar...

 

Futebol é jogo de homem.

 

Mas o lance em cima do pobre Rogério é outra coisa.

 

Muito diferente.

 

E os árbitros que não punem essas jogadas.

 

Poderiam pendurar seus apitos.

 

Ou então - adiantaria?

 

Serem obrigados a presenciar as lágrimas dos tantos Rogérios dessa vida.

 

Vítimas indefesas das chuteiras do tal esporte bretão...

 

Escrito por Roberto Vieira às 07h24
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25/01/2012


NÁUTICO 2X0 AMÉRICA - GELADEIRA PRA MERCANTE!!!!!!

 

 

Camisa e tradição fazem a diferença.

 

O sujeito pensa que não.

 

Então sofre, se aperreia.

 

O América quando enfrenta Sport, Náutico.

 

Joga com doze.

 

Os onze em campo.

 

E o espírito de Zetasso, Julinho, Leça, Barbosa.

 

Eles andam permabulando pelos campos.

 

Mas só brilham nos Clássicos.

 

(Vide o 4x2 de 2011)

 

Hoje?

 

A história se repetiu.

 

Agora.

 

A entrada do Maneco em Rogério é coisa de delegacia.

 

Pra sair de campo de camburão.

 

O gol de Marlon.

 

Marlon que pediu pra jogar?

 

O gol de Marlon foi dessas coisas históricas.

 

Pela comemoração com Rogério na maca.

 

O árbitro Cláudio Mercante.

 

Expulsa com facilidade quem reclama.

 

Mas violencia?

 

Ele tolera com um ar britanico.

 

Distante.

 

O ligamento medial?

 

Não é o dele... 

 

Mercante que merece nova temporada na Sibéria.

 

 

NOTA DO BLOG -

 

1. Siloé - que entrou bem - deveria ter comemorado seu gol com Eduardo Ramos

 

2. Gideão e América = 360 minutos sem saber o que é GOL

 

3. Souza e a bola hoje falaram línguas diferentes

 

4. Jefferson cresceu de produção

 

5. Náutico sem ataque no Clássico dos Clássicos

 

6. O Santa Cruz é a melhor equipe do campeonato

Escrito por Roberto Vieira às 23h29
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CLASSIFICAÇÃO DA BLOTERIA... ENQUANTO O NÁUTICO EMPATA COM O AMÉRICA

 

Só uma coisa me intriga.

 

Porque Mestre Durval apostou em duas rodadas contra o Náutico.

 

Respostas ao Blog...

 

Enquanto isso?

 

Mestre Manoel Júlio dá show...

 

 

 

1. Manoel Júlio - 11


2. Geandre e J. Pires - 10


3. Glauber Vasconcelos, André Gustavo, Sérgio Oliveira, Sérgio Galvão, Newton Morais, Guilherme Pires Pai, Guilherme Dias e Guilherme Pires Filho - 9


4. Gustavo Oliveira, Danilo Otoni, Harold, Gilvannewton e Osvaldo Soares - 8 


5. Durval Valença, Antonio, Washington Vaz, Newton Pinheiro, Carlos Leite e Joaquim Herbenio - 7


6. Lucídio José de Oliveira e Rafael Alves - 6


7. Elvimario Araújo - 5


8. Robpe - 4


9. Luciano Paiva e Breno Lobo - 3


10. José Carréra - 2

 

Escrito por Roberto Vieira às 23h01
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MA(O)U PERDEDOR

 

 

Barça e Real empataram

 

Mourinho?

 

Continua o mesmo...

 

Vai precisar de analista.

 

Escrito por Roberto Vieira às 22h25
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AMÉRICA E O TABU DO TIMBU

 

Por ROBERTO VIEIRA*

 

Não foi a maior derrota da história alvirrubra. Em 1917, o Clube Náutico Capibaribe caiu por 10 a 0 diante da Associação Atlética Palmeiras em visita ao Recife. Mas os 10 a 1 do dia 28 de abril de 1918 permanecem gravados na memória estatística do nosso estado. Tanto que o jogo marca a despedida do arqueiro Nélson e do zagueiro-central Guilherme, ambos marcados pelo desastre.

O jogo histórico era estreia das duas equipes no certame de 1918. O América vivia a dúvida sobre a escalação de Bermudes, Peres e Alexis, craques que desembarcaram em Pernambuco no dia 5 de março daquele ano. Segundo regulamento vigente, no artigo 87, parágrafo único, só poderiam atuar no campeonato atletas residentes no estado há pelo menos dois meses. Contratados a peso de ouro no sul do país em tempos de amadorismo, os três jogadores caíram como luva na poderosa esquadra de Zé Tasso, deixando o tal regulamento sem validade.

O campo da Ponte D'Uchoa estava lotado. Presença feminina incomum naqueles tempos. O América jogara amistoso contra o Flamengo-PE, porém a equipe se ressentiu do entrosamento necessário para encher os olhos dos torcedores. Agora, o jogo valia dois pontos e o Náutico resistiu exatos oito minutos. Então, um tiro de trinta metros de Monteath entrou no ângulo do arqueiro Nélson. Foi a senha do massacre. Bermudes e Alexis mandavam no gramado, mas é Sigismundo quem dribla Barbosa Lima e finaliza para as redes aos 16 minutos: América 2 a 0.

Zé Tasso dá o ar de sua graça marcando o terceiro aos 21, Karl anotou o quarto aos 23 e Lopes fez placar de meia aos 30 minutos da primeira fase. Todos os jogadores do ataque deixando sua assinatura nas redes alvirrubras. Poderia ficar por isso mesmo, mas o segundo tempo traz o Náutico abatido e o América disposto a demonstrar que vinha para ser campeão. Em cinco minutos, Sigismundo, Zé Tasso e Monteath elevam o escore para 8 a 0. foi quando um free-kick alvirrubro é defendido por Alexis com a cabeça; a bola sobra para Ivan que consegue a proeza de marcar o gol de honra Timbu.

O resultado deixava o América empatado em número de gols com o Sport na liderança do campeonato. Sabendo disso, Zé Tasso e Soares marcam o nono e o décimo gol da partida. Nélson acaba o jogo realizando vinte e uma defesas milagrosas segundo os jornais da época.

Foi o maior revés da história alvirrubra em estaduais. Sinal dos tempos, em toda a partida o América cometeu sete faltas e o Náutico, duas. Jogo limpo, disputado na bola.

A goleada caminhava para ser triste recordação quando, na estreia do Náutico como dono do campo dos Aflitos, no dia 18 de agosto de 1918, alguém decide convidar o América para o tira-teima. A ideia foi péssima, o América venceu por 3 a 0 com absoluta tranquilidade, puxando até o freio de mão pra não exagerar na dose na festa do adversário.

Aliás, detalhe importante, desde o primeiro Clássico da Técnica e da Disciplina, como é chamado o encontro entre as duas equipes, disputado em 1916, o América só veio a conhecer derrota ante seu rival no distante 20 de setembro de 1925. Durante os nove anos que durou o tabu, o Náutico jogou treze partidas contra os esmeraldinos amargando doze derrotas e um mísero empate, comemorado como se fosse a conquista de um Hexacampeonato.

 

* Texto faz parte do livro 'América, o Campeão do Centenário' com lançamento previsto para 12 de abril de 2012, com prefácio do presidente João Antonio da Costa Moreira e introdução do nosso Mestre Washington Luiz Vaz. Larissa Riquelme? Isso é pergunta que se faça! 

Escrito por Roberto Vieira às 10h24
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AND THE OSCAR GOES TO...

 

 

Nem o sogro acreditou...

Escrito por Roberto Vieira às 10h19
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24/01/2012


BLOTERIA Nº4

 

Rodada aquática...

 

1. Náutico x América

2. Santa Cruz x Ypiranga

3. Belo Jardim x Sport

4. Salgueiro x Central

5. Petrolina x Serra Talhada

6. Porto x Araripina

Escrito por Roberto Vieira às 16h27
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